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É com entusiasmo e alegria que compartilho com vocês um novo capítulo na nossa jornada conjunta. Após cuidadosa reflexão e um desejo latente de expandir os horizontes, estou empolgada em anunciar o lançamento da minha mais recente empreitada: a newsletter Conectando Ideias e Estratégia.
O Vivendo Sentimentos sempre foi meu lugarzinho criativo, um espaço onde a escrita e a leitura se entrelaçam, mas, como todos os bons capítulos, é hora de dar espaço para mais aventuras. Este projeto é um complemento, uma extensão, uma jornada paralela que permitirá explorar temas que vão além do que o Vivendo Sentimentos poderia abarcar. O blog não vai acabar, vou continuar por aqui também.
Com formação em publicidade e propaganda e experiência no mundo do marketing digital, decidi dedicar uma news a esses temas. Na newsletter Conectando Ideias e Estratégia falaremos sobre empreendedorismo, ideias inovadoras, redes sociais e os eventos que movimentam esse fascinante universo.
Minha abordagem será voltada principalmente para mulheres, mas abro as portas calorosamente para todos que desejam se juntar a essa jornada de aprendizado e inspiração. Homens, sintam-se mais que bem-vindos, pois já temos uma comunidade diversificada e acolhedora.
Participação Exclusiva Através do Linkedin
A plataforma escolhida para compartilhar nossas ideias é o Linkedin, um espaço que oferece uma interação única e profissional. Para garantir que você receba todas as atualizações, sugiro fazer parte da nossa comunidade através da inscrição na rede social e na newsletter. Aqueles que não possuem uma conta no Linkedin ainda poderão ler, mas perderão a oportunidade de receber atualizações.
Este projeto não é apenas meu, mas nosso. Uma jornada que só ganha significado através das suas interações, sugestões e, claro, sua presença constante. Quero receber os comentários de vocês por lá também. Convido cada um de vocês a se inscreverem na newsletter, a se conectarem nessa nova aventura e a contribuírem para tornar esse espaço tão vibrante quanto o Vivendo Sentimentos.
Estou animada para o que está por vir e mal posso esperar para compartilhar essa nova fase com todos vocês. Nos vemos por lá também. Clique para conhecer: Conectando Ideias e Estratégia.
Neste momento, o desmatamento atinge números alarmantes no Cerrado, comunidades indígenas são subjugadas por interesses econômicos, a população de animais selvagens cai vertiginosamente... e o WWF-Brasil está na linha de frente onde esses eventos acontecem.
Eles monitoram o desmatamento, queimadas e espécies com ajuda de tecnologia (via satélite e drones, por exemplo), incidentes nas políticas públicas e até ações jurídicas. Sem natureza não há futuro, e já sofremos esses impactos no presente. Você pode ajudar nessa jornada. Sabe como? Confira essas dicas:
- 1 Para proteger a vida de todas as espécies – fauna, flora e pessoas – valorize o que povos originários e culturas locais têm a ensinar.
- 2 Para proteger biomas e ecossistemas, prefira alimentos produzidos de forma sustentável, e cobre de governos e empresas o respeito aos recursos naturais.
- 3 Para promover justiça socioambiental, explique aos amigos sobre esse conceito, que defende que todas as pessoas devem ter direitos iguais de acesso à água limpa, ao ar puro, à alimentação e à saúde.
Existem muitas formas de fazer a mudança acontecer, e uma delas impacta diretamente na atuação do WWF-Brasil: a sua doação. Clique aqui e confira mais.
Amanhã, 25 de dezembro, se comemora o Natal aqui no Brasil. Que época linda de união, onde transparece uma verdadeira magia no coração das pessoas. O Natal é uma festividade que transcende fronteiras, e é celebrado de maneiras extraordinárias ao redor do globo. Cada país, enraizado em sua história e cultura, contribui para a riqueza dessa celebração global.
Turquia: O Berço de São Nicolau
Embora majoritariamente muçulmana, a Turquia acolhe símbolos natalinos, especialmente em Istambul. A cidade é um elo único, pois foi lá que nasceu São Nicolau, o venerado Papai Noel do Ocidente.
Grécia: Karavakia e a Tradição Ortodoxa
Na Grécia, a influência do cristianismo ortodoxo molda a celebração natalina, ocorrendo tradicionalmente em 7 de janeiro. Os "karavakia", pequenos barcos decorados, simbolizam a jornada marítima de São Nicolau, enquanto o "Christopsomo" torna o almoço natalino uma experiência única.
Emirados Árabes: Luxo em Dubai
Em Dubai, uma metrópole cosmopolita, o Natal brilha com esplendor, refletindo a diversidade de sua população expatriada. Apesar da maioria muçulmana, a fusão de tradições natalinas de todo o mundo cria uma celebração única.
Egito: Jejum e Missa da Natividade
Com uma significativa população copta, o Egito celebra o Natal em 7 de janeiro, com tradições que incluem jejum e a comovente Missa da Natividade.
Marrocos: Celebrando na Intimidade
Apesar da maioria muçulmana, uma pequena minoria em Marrocos observa o Natal de maneira discreta, refletindo a natureza íntima da sociedade.
Líbano: Natal, um Feriado Oficial
O Líbano destaca-se no Oriente Médio, sendo um dos poucos países onde o Natal é um feriado oficial. A decoração das casas, com presépios comuns, reflete a presença significativa da população cristã.
Jordânia: Tolerância Religiosa em Festa
Mesmo sendo majoritariamente muçulmana, a Jordânia abraça o espírito natalino, evidenciando a tolerância religiosa que permite a celebração conjunta de algumas tradições festivas.
Israel: Uma Fusão de Hanukah e Natal
Enquanto o Hanukah é central em Israel, a minoria cristã e os turistas têm a oportunidade de experimentar uma rica celebração natalina em cidades históricas como Jerusalém, Nazaré e Haifa.
Europa: O Vaticano e Mais Além
O Vaticano, coração do catolicismo, destaca-se durante a Missa do Galo celebrada pelo Papa. Cidades europeias com santuários importantes oferecem celebrações que mesclam tradição, fé e cultura, atraindo milhões de turistas.
O Espírito Universal do Natal
Além das tradições específicas de cada país, o Natal revela um espírito universal de solidariedade e esperança. Em todos os cantos do mundo, independentemente das diferenças culturais e religiosas, as pessoas se unem para celebrar valores fundamentais como amor, compaixão e generosidade.
O ato de presentear, característico do Natal, transcende barreiras linguísticas e fronteiras, simbolizando a alegria de compartilhar e demonstrar apreço pelos entes queridos. A beleza desses gestos ressoa, unindo pessoas em um sentido comum de humanidade.
Assim, enquanto conhecemos um pouquinho das tradições natalinas ao redor do mundo, é importante lembrar que, por baixo de todas as diferenças, há um fio invisível que conecta a todos nós durante essa época especial. O Natal é verdadeiramente uma celebração que nos lembra da nossa essência compartilhada como seres humanos, independentemente de onde estejamos no globo.
FELIZ NATAL PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA 💚😊
Já teve um daqueles momentos em que tudo o que você queria era se enfiar na cama, colocar um travesseiro sobre a cabeça e se isolar do mundo por algumas horas? Ou talvez por alguns dias? Quem sabe até pelo resto do ano? Aposto que sim. E está tudo bem se você já se sentiu assim. Na verdade, é uma resposta perfeitamente normal.
Os seres humanos possuem um mecanismo de defesa elaborado e embutido em seu ser, projetado para nos manter seguros. O único problema é que esse sistema não faz um bom trabalho na avaliação de ameaças. Todas as ameaças são consideradas iguais, seja o perigo um leão faminto ou os julgamentos vazios dos outros. Nossas mentes e corpos reagem da mesma forma a ambos: recuamos para nossa caverna, onde o brilho suave da fogueira nos mantém seguros e aquecidos.
Você já disse isso antes: "Isso simplesmente não vai funcionar." "Por que estou tentando isso?" "Não sei o que estou fazendo." "Isso é estúpido." Lá no fundo, você sabe que está tentando se justificar para evitar fazer algo que lhe causa medo, seja procurar um novo emprego, iniciar um negócio, escrever um livro ou entrar em contato com um irmão distante. E toda vez que você se justifica, afunda ainda mais nas profundezas onde a pressão da negatividade acabará por esmagá-lo. Você quer mudar isso? Então vamos lá...
1. Concentre-se em criar e celebrar pequenos hábitos.
Sair da negatividade começa com o primeiro passo, não importa o quão pequeno seja. Se você está lutando para se concentrar, comece meditando por cinco minutos por dia. Então, aos poucos, aumente até conseguir se concentrar por períodos mais longos. Se você está enfrentando o bloqueio criativo, escreva em um diário por cinco minutos por dia. Isso vai se transformar em 10 minutos e depois 20. A coisa mais importante é criar hábitos positivos que você possa celebrar, o que naturalmente contrabalança a negatividade.
2. Permita-se sorrir e rir.
Quando estamos em um espaço negativo, é difícil encontrar humor em qualquer coisa. Pesquisas mostram que rir e sorrir podem aumentar nossos níveis de serotonina, o hormônio da felicidade, e também aumentam a produção de endorfinas, criando uma "alta" natural. Isso leva a uma redução do estresse e a outros benefícios psicológicos e fisiológicos.
Uma ótima maneira de começar é descobrir o que faz você rir. Por alguns dias, acompanhe quais coisas o fazem rir alto, sorrir ou simplesmente se sentir bem. Em seguida, acumule o máximo dessas fontes que puder - livros, artigos, desenhos animados, blogs, etc. Quando você estiver se sentindo particularmente negativo, pegue um deles e escape por alguns minutos.
3. Pare de dizer "não consigo" e "não farei".
Quando queremos algo, mas estamos lutando para realizá-lo, muitas vezes sabotamos nosso próprio progresso convencendo-nos de que nossos objetivos estão fora de alcance. Dizer "não consigo" e "não farei" é como pisar no freio: "Não consigo escrever", "Não consigo fazer isso", "Não vou conseguir nunca". Usar essas palavras nesse contexto reforça as mensagens negativas. Em vez disso, concentre-se no que você pode fazer: "Posso escrever por 5 minutos por dia" e "Posso descobrir as etapas para fazer acontecer". Destaque suas habilidades em vez de suas limitações. Concentre-se em todas as possíveis resultados positivos.
4. Tenha cuidado com "sempre" - e também com "nunca".
"Sempre" e "nunca" também são absolutos e evocam sentimentos de impotência. Pensamentos como "Sempre tenho problemas com isso" ou "Ah, eu nunca conseguiria fazer isso!" nos desempoderam. Faça pequenos ajustes na forma como você usa a linguagem: "Eu tive esses problemas no passado, mas posso aprender a superá-los" ou "Eu posso fazer isso se realmente quiser". Recupere seu poder eliminando os absolutos e reconhecendo as possibilidades.
5. Mova-se como se sua vida dependesse disso. Porque realmente depende!
É conhecimento comum - o exercício aumenta todos os tipos de substâncias que nos fazem sentir bem em nosso corpo, além de ser simplesmente bom para você. Se você não está se exercitando pelo menos três vezes por semana atualmente, comece agora. E comece pequeno - não mergulhe em um programa rigoroso sem antes acostumar seu corpo. Comece caminhando antes de correr. Faça exercícios com o peso do corpo antes de usar máquinas. Você entendeu. Prepare-se para pequenas vitórias e crie hábitos positivos que durarão toda a vida.
6. Desafie-se.
O ato de aprender - seja uma habilidade, idioma, hobby ou esporte - nos beneficia de muitas maneiras. Tira nossa mente de nossos problemas. Nos desafia a nos concentrarmos. Aumenta nosso sentimento de realização, que tende a sufocar a negatividade. E aumenta nossa confiança à medida que aprendemos e crescemos.
Tenha uma conversa consigo mesmo - literalmente.
Escrever em um diário nos ajuda a acessar nosso solucionador interno de problemas, permitindo que trabalhemos questões sem pensar demais nelas. Tirar nossos pensamentos negativos de nossas mentes e colocá-los no papel pode ajudar a aliviar esses sentimentos.
Escolha um momento do dia em que você possa eliminar todas as distrações e escreva livremente por 5 a 10 minutos, anotando espontaneamente qualquer coisa que lhe venha à mente. É incrível como somos resilientes e inovadores quando se trata de resolver nossos próprios problemas por meio da autorreflexão.
7. Deixe de lado os erros do passado...e permita-se cometer novos.
Segurar erros ou escolhas ruins do passado nos mantém enraizados no lugar, incapazes de crescer ou seguir em frente. Reconhecer os erros e aprender com eles nos permite levar essas lições ao coração e superar essas barreiras.
Aprendemos tentando, errando e depois tentando de novo. Os erros contribuem para nossa experiência geral de vida, e ao nos permitirmos falhar, nos permitimos viver plenamente. Ficamos sintonizados com as lições que nossos erros nos ensinam e, com o tempo, aprendemos a apreciá-los.
8. Traga a diversão de volta à sua vida.
Qual é a melhor maneira de escapar da negatividade do que se envolver em atividades que o fazem se sentir bem. Planeje a diversão todos os dias. Veja um filme. Jogue um jogo. Lembre-se do que costumava te animar e faça mais dessas coisas. Volte à mente de sua criança interior, quando cada nova experiência o enchia de maravilha e admiração - novas experiências são uma ótima maneira de fazer isso.
9. Dê a si mesmo espaço para respirar.
Às vezes, tudo o que precisamos é de um pouco de espaço. Colocamos tanta pressão sobre nós mesmos para sermos de uma certa maneira que qualquer coisa abaixo da perfeição nos leva à autoaversão. Dê um passo para trás, apenas respire e abrace a beleza de suas peculiaridades. Aceite estar exatamente onde está, exatamente como é. Não tente ser perfeito. Apenas seja um excelente exemplo de ser humano.
As pessoas mais bem-sucedidas experimentaram a negatividade em vários momentos de suas jornadas. Talvez a negatividade tenha sido resultado do medo ou de sentimentos de inadequação. Ou talvez tenham enfrentado fracassos ou decepções que as levaram de volta ao ponto de partida.
Qualquer que seja a causa, não haveria histórias de sucesso sem histórias correspondentes de luta. As pessoas que perseveram e, em última análise, alcançam seus objetivos o fazem porque aprendem a vencer a batalha contra a negatividade esmagadora. Seja ou não reconhecido e famoso por isso, elas se tornam grandes devido à sua capacidade de continuar avançando diante dos obstáculos mentais que encontram pelo caminho.
Você também tem o que é preciso para ser um deles.
Semana passada estava no velório de uma tia. Aquele tipo de tia maluca, divertida e que parece ter a mesma idade que a gente. Meus primos (filhos dela), estavam calmos. Não havia choradeiras. Até porque, como eles disseram: ela gostaria que estivermos felizes e não tristes em seu velório.
Este dia me fez pensar sobre sentimentos. Na verdade não gosto de ir em velórios por causa disso. Porque, mesmo que já tenhamos passado por algo parecido, é difícil mensurar o sentimento que cada um está sentindo naquele momento. Porque sentimos sentimentos de maneiras diferentes. E uma dor, mesmo que seja por motivos parecidos, nunca é igual.
Isso me faz ter menos ação. Porque eu penso que, qualquer coisa que irei falar, não vai ser suficiente para "tirar" aquela dor do outro. Aquelas frases clichês de que "tenha força", "vai ficar tudo bem", sei lá, pode até piorar... cada um tem seu tempo e seus sentimentos.
O que eu ofereço nesses momentos? Um abraço super verdadeiro. E é incrível o quanto isso faz diferença. E neste velório em particular, quando abracei meus primos, senti o abraço deles muito forte e verdadeiro. Acho que nunca tinha sentido um abraço deles desse jeito. Acho que foi uma reciprocidade de forças. Eles precisavam mais do que eu. Mas com certeza a energia passa entre os dois.
Não importa o que a outra pessoa está passando. Morte, separação, briga, desentendimento. O sentimento da outra pessoa será diferente do seu. Pois somos seres humanos diferentes. E é impossível descrever sentimentos. Imagine então, sentir o que a outra pessoa sente?!
Acho que é sobre isso. O sentir mais do que as palavras. Porque cada um sente de formas diferentes. Alguns sofrem mais, outros menos. Alguns choram e outros não (e nem por isso sofrem mais ou menos). E nesses momentos, cada um tem seu tempo. Não importa o que você fale. Por isso, muitas vezes é bom nem falar nada. Oferecer um abraço verdadeiro é muito mais profundo e acolhedor.
Eu espero que se você está passando por algo difícil, saiba que meu abraço estará sempre aqui. Nem que seja no silêncio do sentir, do apreciar esse pequeno momento. Sem dizer nada, apenas sentir.
Meu cabelo sempre teve cachinhos e eu amo assim. Acho lindo o volume. E nunca entendi porque pessoas que tem o cabelo tão lindo, as vezes, alisa. Faz progressiva. Eu achava que era aquele clichê que as mídias vendem: "não gostam dos cachos". Mas nem sempre é assim.
Quando fiquei na casa de uma família carioca, tinha uma mãe que tinha duas filhas, uma de uns 13 anos de idade e outra de 15. As três tem o cabelo bem crespo e bonito. Naquele dia eu vi a mãe arrumando o cabelo das meninas, separando por partes para passar o creme de pentear. E mais creme de pentear. Ela gasta quase um pote por semana (se surpreendi com isso, eu uso o meu em três meses ou mais). Ela ficou arrumando os cabelos das meninas por mais de meia hora. Cada mulher tem a sua beleza.
A irmã dela, tia das meninas, tem alisamento nos cabelos. Uma hora ela olhou para mim e falou: "...é por isso que tenho que fazer alisamento, não tenho esse tempo todo para ficar arrumando o cabelo". Eu que com meus poucos cachos não preciso de muito para ajeitar. Em cinco minutos já passei creme em tudo, nunca tinha notado o quanto de trabalho dava para algumas pessoas.
Isso me fez parar de "julgar" e pensar muito bem antes de falar sobre qualquer assunto depois disso. Afinal, cada um sabe da sua dor. Só porque pra mim algo é fácil, não quer dizer que para o outro vai ser. Mas, se eu nunca tivesse passado por essa experiência, talvez continuasse, pensando daquela maneira fútil do começo.
Por isso acredito que as viagens são engrandecedoras. Nos fazem sair de nossa zona de conforto e sermos mais humanos e menos egoístas com o próximo.
Desde 2020 venho me desfazendo das minhas coisas desnecessárias. Coisas que estavam guardadas e não eram usadas, objetos domésticos para um futuro distante, roupas que não usava, equipamentos que funcionavam mas estavam aqui parados, canecas e objetos que tinha trazido de viagens, etc. Tudo extra, foi para a lojinha para ser vendido ou foi doado (quando eram roupas mais antigas e tal).
Me desfiz de minhas coleções e dos livros. Hoje tenho apenas em minha estante os que ainda não li. Os outros foram embora ou estão na lojinha para ir. Até os que eu tinha autógrafos de autores internacionais foram. Livros favoritos. E continuarão sendo! Só não vi motivo de ficar acumulando eles se não fosse ler novamente. Não sou uma pessoa que lê várias vezes o mesmo livro, então não faz sentido continuar com eles só para juntar pó.
"Talvez o motivo mais importante para sair pelo mundo e se conectar com ele é que as experiências vividas por meio de suas ações nunca poderão ser tiradas de você. Ao contrário de nossos bens materiais, nossas experiências estão dentro de nós e podemos levá-las conosco para qualquer lugar. Não importa o que possa nos acontecer, nossas experiências são apenas nossas."
Algumas pessoas chamam isso de minimalismo. Eu acho que não é para tanto. Ainda tenho várias coisas, mas, quem sabe em um futuro próximo, possa estar com bem pouquinhas coisas. Eu sei que hoje, eu olho dentro do armário, nas partes mais vazias, e fico feliz e leve. A gente lê os livros de minimalismo, eles falando sobre os prazeres dessa prática, e às vezes é difícil de acreditar. Mas é verdade! A gente se sente mais leve depois que começa. E pega gosto por mandar muita coisa embora.
Para quem ainda está no comecinho, e quer conhecer mais sobre essa prática de desapego, eu indico o livro Dê Adeus ao Excesso: A sensação libertadora de viver com menos que só o minimalismo japonês pode proporcionar da Editora Astral Cultural. Na essência, o livro é um bom "guia" para começar a desapegar. Claro que nem tudo é aplicável, mas da para aprender várias coisas com a leitura. E principalmente aprender/fazer pensar porque acumulamos tanto.
Gosto também, que o autor não quer ditar regras. Ele até fala que cada um tem que saber o que lhe traz felicidade ou não, e só porque você gosta de ter mais coisas e objetos, não quer dizer que você seja menos que outra pessoa.
Sinopse do livro: Dê Adeus ao Excesso, fenômeno japonês e best-seller, mundial, prova que uma VIDA MINIMALISTA é capaz de proporcionar FELICIDADE PLENA e mais LIBERDADE. Fumio Sasaki decidiu abrir mão de tudo o que não era essencial em sua vida e percebeu que, com menos coisas, transformou não apenas o espaço à sua volta, mas também conquistou mais tempo e energia para o que vale mesmo a pena. Ao compartilhar sua experiência, o autor provoca a reflexão sobre o conceito de sucesso da sociedade atual, em grande parte medido pela quantidade de coisas que possuímos, principalmente em comparação ao outro, e como isso causa a constante sensação de fracasso, frustração e, por consequência, infelicidade. Sasaki mostra as 70 principais maneiras para aderir a esse estilo e ensina a ressignificar o sentimento de posse, organizar a própria vida, abrir mão dos excessos que entulham o dia a dia e, assim, ter mais foco no que realmente importa. "
Não posso falar nada da edição, porque li ele em e-book. Mas a leitura é bem rápida e fluída. O autor escreve muito bem e de forma simples, para que todos entendam. Por isso também acredito que esse livro é muito bom para quem está iniciando o assunto. Porque eçle é simples. Não é complexo e cheio de frescura. E o autor cita seus próprios exemplos para falar o porque a vida dele se transformou tanto depois de virar minimalista.
Sobre o autor:
Fumio Sasaki nasceu em 1979, em Kagawa, no Japão. Trabalha como editor na Wani Books, uma editora especializada em banda desenhada japonesa. É coautor do blogue Minimal & ism, sobre o minimalismo, e vive segundo os seus preceitos, num apartamento de 22 metros quadrados, em Tóquio, mobilado apenas com uma pequena caixa de madeira, uma secretária e um colchão desdobrável.
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Outro dia quando estava em um evento de mulheres viajantes, sentei ao lado de uma psicóloga comportamental. Após algumas observações de uma palestrante, provocando o único homem que estava no local, a mulher ao meu lado falou que isso era assédio reverso. Afinal, quem disse que o homem gostaria que falasse sexualmente dele. Do mesmo jeito que uma mulher não gosta de ser provocada por sua sexualidade. Fiquei pensando sobre isso um bom tempo.
Eu sou uma pessoa muito de boa e não tenho preconceito de nenhum tipo. E eu sempre falava que eu, uma pessoa branca, não tenho posição nenhuma para falar de racismo. Até que eu recebi um. Será que existe racismo reverso?
Em uma casa que fiz trabalho voluntário, a família era morena. Eles descascavam verduras, carregavam frutas, essas coisas da roça. E eu sempre gostei de ajudar, afinal, eu estava ali para isso. Queria vivenciar o dia a dia da família. Até porque, se eu não quisesse participar desses momentos, eu ficaria em um hotel.
Certo dia, uma das pessoas da família falou: "a Monique é minha escrava branca". No primeiro momento eu fiquei em choque. Poderia pensar "é só uma brincadeira". Depois eu até pensei "Ok, eu mereço pelos meus antepassados que fizeram muita merda". Mas não está tudo bem. Eu nunca tratei ninguém com preconceito e acredito que racismo não se combate com mais racismo.
Ok. Como eu falei, meu lugar de fala é bem minúsculo aqui. Nem devo imaginar como muitos negros ainda recebem racismo todos os dias infelizmente. E, hoje sei, que muito do que as pessoas dizem, tem a ver mais com elas do que com a gente. Isso vale para opiniões boas ou ruins. Mas vocês acreditam que exista racismo reverso ou foi só uma brincadeira? Devemos levar a sério esse tipo de comentário ou não?
Tive uma conversa semana passada, com uma pessoa conhecida, porém distante. Falei do meu curso de italiano e da ideia, de quem sabe, ir morar lá um tempo. A pessoa, em um comentário de "alerta", quis me dizer que "morar na Europa não é a mesma coisa que ser turista". Quis falar que não é tão fácil. Mas isso me deixou pensativa por muitos dias, isso porque faz alguns anos que não sou mais turista (ou nunca fui).
Turista é aquela pessoa que quer viajar para fugir da rotina, que quer visitar pontos turísticos, comer em restaurantes locais (porém muitas vezes caros) e depois voltar para casa e mergulhar no trabalho e na rotina novamente. O primeiro ponto aqui bem relevante em minhas viagens é que eu nunca viajo para "fugir" do meu trabalho ou minha rotina. Até porque o meu trabalho sempre vai junto comigo. Eu trabalho online, home office, então, posso estar em qualquer local do mundo trabalhando, é só eu estar com meu computador.
O viajante, gosta de mergulhar na cultura, nas pessoas do local. Uma coisa que amo de mais fazer. Não está viajando para ficar em um hotel descansando. Vai curtir novas experiências. Geralmente compra em mercados para não gastar em restaurantes. Os hostels ajudam nisso. Eu adoro. Sempre conheço pessoas novas e divertidas. Algumas que estão por lá pela primeira vez, outras que já viajam a um montão de tempo.
Mas é claro que a melhor experiência é ficar na casa de um morador. Já tive algumas experiências. No RJ, fiquei 20 dias na casa de uma menina que acabou virando uma amiga. Mergulhei na rotina dela. A família fazia doces para vender na feira que acontecia na cidade e em cidades vizinhas. Participei da produção dos doces e também fui lá na feira vender. Confesso que eu falava duas palavras e eles já sabiam que eu não era de lá. Me diverti de mais!
Na Bahia foi parecido. Apesar de eu não ter participado do dia a dia (trabalho) do meu amigo onde fiquei hospedada. Convivi muito com os moradores locais, principalmente os avós dele, que moravam na mesma casa. Ahhh... ele é meu amigo de internet, nunca tínhamos nos visto pessoalmente, mesmo assim ele me recebeu muito feliz.
É curioso como as conversas expandem e emocionam. Eu adoro colecionar conversas. Também pude ter essa vivência em uma comunidade, e não fiquei hospedada no centro (onde os turistas ficam). Isso ajuda a conhecer também as dificuldades dos locais. Faz crescer nossa empatia com o próximo. E isso nos expande de forma possitiva como pessoas em sociedade também.
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| Dia de feira no RJ, ajudando com as embalagens dos doces |
No Recife, fiquei na casa de uma mulher muito simpática. Esta eu não conhecia, fui a trabalho, mas ela me recebeu de braços abertos em sua humilde casa, onde na frente passa uma rua de chão batido, mas dentro, muita alegria prospera, e uma linda árvore florida enfeita a entrada para o local. Com ela eu aprendi um pouco mais do nordeste, dos moradores, dos costumes e porque não, das dificuldades também. Pude também ver o quanto as pessoas são felizes e cheias de alegria. E as conversas, acabam virando horas sem perceber.
Eu já dormi no chão de um apartamento, sem colchão nem nada, porque a família estava se mudando e não tinha móveis ainda. Eu comi na casa de senhorzinhos que me faziam as comidas locais só para ver se eu gostava. Já dormi 8 dias em um ônibus, e tomei banho em paradouros na estrada, ou pedindo chuveiro emprestado em casas, em uma viagem sem hotéis. Sem contar as noites dormindo em aeroporto para economizar em hospedagem. Eu já dormi perto de tantos estranhos que se tornaram amigos. Eu amo as conexões e amo as vivencias culturais. Não sou uma pessoa com frescura pra nada.
E posso dizer com toda certeza que não me mudo hoje, não pelo fato de não saber em que trabalhar. Se tivesse que vender em uma feira, entregar pão, ou qualquer coisa assim, para mim, é até incrível. O medo do dinheiro ou do trabalho nunca me travou. Sou daquelas que "dá-se um jeito". O que me trava ainda é a língua. Chegar lá e não conseguir me comunicar, para mim é a pior coisa. Não conseguir entender as pessoas, e suas histórias que tanto amo.
Mas claro, isso está ao meu alcance de mudar. Por isso estou fazendo curso de italiano. E preciso voltar para o inglês também. E sobre as coisas que tenho em caixas. Vão sumindo aos poucos. Quando eu for, não quero que nada me impeça. O desapego é importante. O bom é que eu sou boa nisso. Mas esse assunto, pode ser pauta para outro post. E você, se sente mais turista ou viajante hoje em dia?
Essa semana tive uma conversa muito legal lá no instagram com a Márcia Duarte, Analista Comportamental e Coach, onde falamos o quão importante é o autoconhecimento, e que ele pode te trazer muito sucesso e felicidade.
Espero que goste do vídeo e não esqueça de deixar seu comentário. Conheça o trabalho da Márcia no instagram: https://www.instagram.com/marciaanalistacomportamental
A vida nem sempre toma o rumo que esperamos, e tá tudo bem. As vezes nos cobramos de mais, e acredito que mais do que nunca, todos os momentos que passamos neste ano de 2020 nos ensinaram a rever muitas coisas, a desacelerar um pouco e apreciar e agradecer as coisas lindas que temos ao nosso redor.
Então, hoje vim deixar para você 7 recadinhos especiais para uma vida mais feliz. E quando você estiver desanimada, lembre-se de lê-los novamente. Sempre é tempo de lembrar!
1- Com que frequência você faz uma pausa para apreciar sua vida do jeito que ela é? Olhe ao seu redor agora mesmo e seja grata... por sua saúde, sua família, seu conforto, sua casa. Acordar pela manhã já é uma dádiva que precisa ser comemorada. E lembre-se: Nada dura para sempre, seja as coisas ruins, e também as coisas boas. Por isso, valorize e viva com intensidade o hoje!
2- Alguns dos momentos mais poderosos da vida acontecem quando você encontra coragem para abrir mão do que não pode ser mudado. Porque quando você não é mais capaz de mudar uma situação, você é desafiado a mudar a si mesmo - a crescer além do imutável. E isso muda tudo.
3- Deixar ir não é esquecer, é lembrar sem medo. É avançar com uma mente presente e uma lição aprendida. Portanto, lembre-se agora mesmo: você não é seus dias ruins, não é seus erros, não é suas cicatrizes e não é seu passado. Esteja aqui agora. Seja livre. Seja feliz no presente.
4- Perdoe-se pelas más decisões que tomou, pelos momentos em que não entendeu, pelas escolhas que feriram os outros e a você mesma. Perdoe-se por ser jovem e imprudente. Todas essas são lições vitais. E o que mais importa agora é sua disposição de crescer a partir delas. Tudo acontece na nossa vida para a nossa evolução.
5- A vida é mudança. Você deve aceitar o fato de que as coisas podem nunca mais voltar a ser como costumavam ser e que esse final é realmente um novo começo. Os finais sempre são incríveis, pois além de abrirem portas para a evolução, eles abrem portas para incríveis começos.
6- Cada situação difícil da vida pode ser uma desculpa para a desesperança ou uma oportunidade de crescimento, dependendo do que você decidir fazer com ela. Escolha com sabedoria!
7- Muitas vezes perdemos nosso tempo esperando que um caminho apareça, mas isso nunca acontece. Porque esquecemos que os caminhos se fazem caminhando, não esperando. Não há absolutamente nada em nossas circunstâncias atuais que nos impeça de crescer novamente, é só começar. Um passo de cada vez.
Outro dia, ouvindo uma propaganda de meditação, onde tinham sons para acalmar - de chuva, de vento, etc - apareceu o som de uma noite com grilos cantando.
Logo me veio na lembrança a minha infância. Brincávamos na rua até tarde e ouvíamos os grilos cantando. Uma coisa que não se ouve mais.
Eu sempre morei no interior, mas agora, aqui já não é mais tão interior assim. Já conseguimos ver grandes prédios e menos árvores. Onde antes só tinha mato e vegetação, agora é puro concreto.
Onde foram parar os grilos? Meu irmão falou que eles estão em extinção. Pesquisei no Google e encontrei reportagens de 2017 falando sobre eles estarem desaparecendo. Além de outros insetos também, como abelhas e borboletas.
Será que restou para nós apenas a lembrança daquele som que nos acalmava? Aquela cantoria que vinha do chão? Vale refletir o quanto estamos dando amor para a natureza que nos cerca. O verde que cada vez está ficando menor ao nosso redor.
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Viva todos os sentimentos! 

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