Tecnologia do Blogger.

Pages

  • Vivendo Sentimentos
  • Leituras
  • Filmes e Séries
  • Editoras Parceiras
  • Renda Extra

Social Icons

Vivendo Sentimentos

  • Home
  • América
  • _Argentina
  • __Buenos Aires
  • __Purmamarca
  • __Província de Salta
  • __Salinas Grandes
  • _Brasil
  • __Rio Grande do Sul
  • __Santa Catarina
  • __Paraná
  • __Rio de Janeiro
  • __São Paulo
  • __Bahia
  • __Pernambuco
  • __Minas Gerais
  • _Chile
  • __Arica
  • __San Pedro de Atacama
  • _Uruguai
  • __Montevidéu
  • __Maldonado
  • __Colônia
  • _Estados Unidos
  • __Califórnia
  • __Flórida
  • Europa
  • _França
  • _Inglaterra
  • Disney
  • _Walt Disney World
  • _Disneyland Paris
  • _Disneyland Califórnia
  • Indicação de Leitura
  • Filmes e Séries




As Antologias mínimas de Fernando Pessoa, lançadas pela Tinta-da-China Brasil, são essenciais no Dia Mundial da Língua Portuguesa

17 abril 2026

No dia 5 de maio celebra-se o Dia Mundial da Língua Portuguesa — e Fernando Pessoa, maior elo literário entre Portugal e o mundo contemporâneo, é um dos nomes que conferem peso e sentido à comemoração. Pessoa publicou pouco em vida, mas deixou uma quantidade gigantesca de textos em verso e prosa que foram e seguem sendo organizados, editados e lançados graças ao trabalho paciente dos estudiosos e a novas descobertas que vieram a público a partir de seu espólio continuamente revisitado.

É desse movimento que nascem as Antologias mínimas: prosa e poesia, publicadas pela Tinta-da-China Brasil e organizadas por Jerónimo Pizarro, o maior especialista nos manuscritos do escritor português e o responsável pela Coleção Pessoa na editora no Brasil e em Portugal. Com uma seleção significativa e enxuta de sua poesia e uma coletânea reveladora de sua prosa, o lançamento promove um encontro completo com Pessoa. Os volumes estão disponíveis separadamente e também em kit especial, que tem como brinde uma caderneta para estimular o leitor a criar sua própria antologia mínima.

 

Kit Antologias mínimas: prosa e poesia
Divulgação/Tinta-da-China Brasil

Em formato de bolso e com grafia atualizada, as Antologias mínimas reforçam o projeto da casa editorial de trazer ao público edições caprichadas da obra pessoana, enriquecidas com fotografias e fac-símiles, além de materiais inéditos.  Só em 2025, por exemplo, quando se completaram noventa anos da morte de Pessoa, a coleção dirigida por Pizarro  ganhou dois títulos importantes — Cartas de amor e Obra completa de Ricardo Reis —, somando-se a outros, como Livro do desassossego, 136 pessoas de Pessoa, Obra completa de Álvaro de Campos e Obra completa de Alberto Caeiro. Nas palavras do organizador da coleção: “Pessoa sempre foi pessoas e cada vez mais. Quão crescentemente múltiplo não será...”.

Antologia mínima: poesia

 

Antologia mínima: poesia
Divulgação/Tinta-da-China Brasil

Durante décadas, muitos dos poemas de Pessoa ficaram dispersos em arquivos ou soterrados entre papéis ainda por decifrar, o que tornava quase impossível propor uma seleção abrangente. Antologia mínima: poesia surge agora não como uma coletânea definitiva, mas como uma contribuição para o diálogo constante que se estabelece, geração após geração, entre os versos de Pessoa e seus leitores.

É complexa a tarefa de selecionar poemas de um autor que se desdobrou em vozes e heterônimos. Pessoa deixou planos editoriais, listas e projetos, mas também uma infinidade de versões e manuscritos que demandam escolhas delicadas. Optar por um texto em detrimento de outro, decidir entre variantes, incluir ou excluir determinados poemas — tudo isso faz parte do trabalho silencioso de quem edita. Ao lado dos textos, esta antologia apresenta fac-símiles que revelam detalhes preciosos: notas marginais ou até outros escritos que dividem o mesmo papel. É uma forma de partilhar o gosto pelo arquivo e de mostrar ao leitor os bastidores da obra.

O livro se divide em cinco partes. Na primeira, há poemas assinados pelo próprio Pessoa, enquanto a segunda, a terceira e a quarta são reservadas à poesia de seus três heterônimos principais: Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. A última parte da antologia inclui poemas assinados por autores fictícios, ou seja, uma pequena amostra dos mais de cem nomes inventados por Pessoa, como Dr. Pancrácio, Vicente Guedes, Charles Robert Anon, Alexander Search e Joaquim Moura-Costa.

Mais do que uma simples reunião de poemas, Antologia mínima: poesia é um convite à leitura para públicos diversos, tanto para quem deseja um primeiro contato com a poesia pessoana quanto para os que já a conhecem e desejam redescobri-la sob novos ângulos. É também uma chamada aos estudantes e aos “amadores” da poesia, no sentido mais nobre da palavra: aqueles que se deixam surpreender e que continuam a aprender e se admirar com cada verso.

Assim, esta antologia se inscreve numa tradição de leituras e releituras que jamais se esgotam. Pessoa foi sempre múltiplo, e cada nova seleta confirma sua incessante capacidade de reinvenção. Entre poemas consagrados — como “Autopsicografia” e “Ode marítima” — e joias menos difundidas, o leitor encontrará um testemunho da riqueza e da pluralidade de um dos maiores poetas do século XX.

Antologia mínima: prosa

Antologia mínima: prosa
Divulgação/Tinta-da-China Brasil

Fernando Pessoa é celebrado especialmente como poeta, mas a maior parte de seu espólio está em prosa — e a Tinta-da-China Brasil traz um panorama dessa produção menos visível em Antologia mínima: prosa. Além de ficções breves e de excertos do incontornável Livro do desassossego, a seleção reúne escritos sociopolíticos, filosóficos, esotéricos, epistolares e teóricos, somando-se ainda notas e apontamentos que revelam um pensamento em constante atividade. Pessoa se aventurou também fora dos limites de sua língua nativa, escrevendo textos em inglês e francês que aqui são acompanhados de tradução. 

Reunir em antologia esse material vasto e heterogêneo significa lidar com escolhas nem sempre fáceis, em meio a versões múltiplas, fragmentos que se repetem e esboços que depois se desenvolvem em escritos mais longos. O resultado é inevitavelmente parcial, mas também revelador: cada seleção abre novas possibilidades de leitura e redescoberta.

Antologia mínima: prosa também se divide em cinco partes: a primeira é reservada a textos assinados pelo próprio Pessoa, enquanto a segunda, a terceira e a quarta contêm material dos três heterônimos mais conhecidos do escritor. A quinta parte, intitulada “E outros”, destina-se a produções textuais atribuídas a alguns dos tantos nomes inventados por Pessoa — como Horace James Faber, Charles Robert Anon, Jean Seul de Méluret, Sr. Pantaleão e Raphael Baldaya — que, embora não tenham alcançado o status de heterônimos, ganharam existência literária por meio daquilo que supostamente escreveram.

Entre os textos escolhidos por Pizarro estão páginas conhecidas, como a carta a Adolfo Casais Monteiro sobre a origem dos heterônimos, mas também peças mais leves e divertidas — aforismos, contos, cartas a Ofélia — e algumas preciosidades que podem surpreender até leitores experientes, como a hilariante “Crônica decorativa”.

Há espaço também para a própria reflexão de Pessoa sobre os limites entre poesia e prosa. Em textos críticos e teóricos, o autor discute as diferenças entre as duas formas da palavra escrita, ora aproximando-as, ora sublinhando suas especificidades. Essa dimensão metalinguística aponta a natureza experimental da obra pessoana e mostra como o escritor se pensava tanto poeta quanto prosador. Nas palavras de Pizarro no prefácio da edição, “se há mais antologias de sua obra em verso do que da sua obra em prosa é simplesmente porque os críticos costumam privilegiar os poetas em detrimento dos prosadores”.

Sem a pretensão de delimitar um corpus definitivo, Antologia mínima: prosa é um convite à descoberta. Ao lado de textos consagrados, o livro apresenta páginas que permitem “desaprender Pessoa”, para citar Alberto Caeiro, e reencontrar sua obra com o frescor da primeira leitura.

Fernando Pessoa

Fernando Pessoa (1888‑1935) é hoje o principal elo literário de Portugal com o mundo. Sua obra em verso e em prosa é a mais plural que se possa imaginar, pois tem múltiplas facetas, materializa inúmeros interesses e representa um autêntico patrimônio coletivo: do autor, das diversas figuras autorais inventadas por ele e dos leitores. Algumas dessas personagens — Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos —, Pessoa denominou “heterônimos”, reservando a designação de “ortônimo” para si próprio. Diretor e colaborador de várias revistas literárias, autor do Livro do desassossego e, no dia a dia, “correspondente estrangeiro em casas comerciais”, Pessoa deixou uma obra universal em três línguas que continua a ser editada e estudada desde que escreveu, antes de morrer, em Lisboa, “I know not what tomorrow will bring” [“Não sei o que o amanhã trará”].

Jerónimo Pizarro

Jerónimo Pizarro
Divulgação/Tinta-da-China Brasil

Professor, tradutor, crítico e editor, Jerónimo Pizarro é o responsável pela maior parte das novas edições e novas séries de textos de Fernando Pessoa publicadas em Portugal desde 2006. Professor da Universidade dos Andes, titular da Cátedra de Estudos Portugueses do Instituto Camões na Colômbia e prêmio Eduardo Lourenço (2013), Pizarro voltou a abrir as arcas pessoanas e redescobriu a “biblioteca particular de Fernando Pessoa”, para utilizar o título de um dos livros da sua bibliografia. Foi o comissário da visita de Portugal à Feira Internacional do Livro de Bogotá (Filbo) e à Festa do Livro e da Cultura de Medellín, e coordena há vários anos a visita de escritores de língua portuguesa à Colômbia. Coeditor da revista Pessoa Plural, assíduo organizador de colóquios e exposições, dirige atualmente a Coleção Pessoa na Tinta‑da‑China no Brasil e em Portugal.

Lançamento: 2 de abril de 2026

Sobre a Tinta-da-China Brasil
A Tinta-da-China Brasil foi fundada em 2012, no Rio de Janeiro, por Bárbara Bulhosa, para trazer ao país a excelência da casa fundada em 2005 em Lisboa. Em 2022, a editora brasileira passou para os cuidados da Associação Quatro Cinco Um, em São Paulo, organização sem fins lucrativos voltada para a difusão do livro no Brasil, que deu prosseguimento ao projeto editorial, concentrado nos eixos de literatura, história e ciência, com desvios pelo humor, jornalismo, quadrinhos e crítica literária.

https://www.tintadachina.com.br/
https://www.instagram.com/tintadachinabrasil/

Leia Mais

Em um mundo onde tempo é poder, o amor é revolução

16 abril 2026


Margo Madden de apenas 16 anos precisa lidar com o luto pela morte do pai enquanto a vida ao seu redor muda de rumo. Após um período marcado por isolamento, conflitos com a mãe e decisões impulsivas, ela é enviada para um internato em Dublin como tentativa de recomeço. Sozinha em um vagão quase vazio durante a viagem de trem entre Cork e a capital irlandesa, o que parecia apenas mais uma mudança forçada se transforma em algo fora de controle quando, em meio a um túnel escuro e a uma crise de ansiedade, a jovem percebe que o trem a levou para outro mundo.

É neste cenário de viagem interdimensional que se passa a ficção científica Skipshock, escrita pela best-seller do New York Times Caroline O’Donoghue. A obra, publicada no Brasil pela Plataforma21, apresenta um sistema ferroviário que conecta diferentes mundos, onde o tempo é tido como moeda de troca e ritmos distintos definem a forma como as pessoas vivem ou morrem. Ao chegar nesse novo espaço, a protagonista conhece Moon, um vendedor que atravessa essas realidades paralelas e carrega no corpo as consequências das travessias perigosas. Sem entender como chegou ali e sem meios de voltar, Margo passa a depender dele para sobreviver em um ambiente controlado, onde circular entre mundos exige permissão e qualquer erro pode custar sua vida.

O encontro entre os dois protagonistas dá início a uma jornada marcada por fuga, descoberta e risco constante diante de um regime que controla a circulação entre mundos. Aos poucos, a jovem percebe que sua chegada não passou despercebida: sempre que atravessa para outra realidade (entre o Sul em que os dias duram semanas e a juventude dura décadas e o Norte, onde o tempo voa cruel, veloz, impiedoso), os trilhos do sistema sofrem falhas, chamando atenção tanto das autoridades quanto de grupos de resistência que lutam para acabar com o controle desses lugares.

Margo e Moon percorrem territórios instáveis, enfrentam perseguições e aprendem a confiar um no outro. Entre perdas e decisões difíceis, a relação entre eles se desenvolve de forma gradual, em um romance slow burn que acompanha a transformação de dois personagens marcados por suas próprias histórias. O que começa como uma fuga da própria realidade se torna um processo de amadurecimento, em que a menina precisa assumir responsabilidades para entender o impacto de suas escolhas dentro de um sistema que explora mundos mais vulneráveis.

Ao colocar o tempo como moeda de troca e instrumento de controle das massas, Caroline O’Donoghue propõe reflexões sobre desigualdade social, identidade e pertencimento, mostrando como diferentes realidades estão conectadas por relações de poder. Este lançamento também questiona os valores das relações, a potência do amor em momentos de sobrevivência, além de evidenciar que crescer envolve tomar decisões difíceis mesmo diante da incerteza. Skipshock é o primeiro volume de uma duologia Young Adult que mescla ficção cientifica, romance e suspense.

CLIQUE AQUI E CONHEÇA MAIS DO LIVRO


Leia Mais

Não existe acaso no inferno

14 abril 2026


Na pacata Cataguases, do interior de Minas Gerais, os habitantes costumam ter uma vida tão tranquila que investigar crimes hediondos raramente faz parte da rotina policial. Porém, essa quietude se transforma em medo quando três crianças são encontradas mortas em um galpão abandonado em uma área residencial nobre.

Bartolomeu Franco assume a investigação desse caso, ao lado do parceiro Cenoura, no romance policial Não existe acaso no inferno, escrito por Vinícius Ferreira. As vítimas foram encontradas com maquiagem e uniformes escolares, sem nenhum sinal de violência. Em suas gargantas, havia um anel metálico com uma expressão em latim, e o local onde estavam havia sido registrado como uma igreja – apesar de ser um espaço desabitado.

Enquanto descobrem novas informações, principalmente sobre um fanático religioso obcecado pelo “décimo primeiro mandamento”, os protagonistas adentram um labirinto de corrupção que desafia as estruturas de uma sociedade marcada pelo silêncio. Durante o trabalho, ambos revelam como um crime perverso pode acontecer à vista daqueles que, da janela de seus condomínios caros, preferem ignorar a dor de seus vizinhos.

Ao atravessar temas como as desigualdades sociais e os abusos de poder, o autor revela um Brasil sombrio através das lentes do noir. A partir de elementos clássicos desse subgênero policial, a obra imerge em uma realidade que muitos fingem não existir, mas que permeia todas as relações no país.

Quantas doses de verdades existem numa mentira? O que é a mentira? É com intenção de mentir que se anuncia uma meia verdade? O meu xadrez, o meu quebra-cabeça. Fazia os movimentos, a montagem. Ambos não me estimulavam e nem me divertiam. Eu tinha raiva. Muita raiva por saber que o Laércio Mendes não se preocupava em apurar suas informações. Não investigava, não checava nem mesmo a idoneidade das fontes dele. Na sua balança ética, eram os montantes depositados na conta de cada um dos pratos os responsáveis pela decisão de qual devia pesar mais. (Não existe acaso no inferno, p. 79)

À medida que a trama avança, os leitores também precisam questionar seus limites éticos devido à ambiguidade moral dos personagens. Bartolomeu, por exemplo, precisou colocar o pai em um asilo e alimenta a culpa de não dar atenção à família. Apesar dos diversos problemas com o patriarca, que sempre desaprovou a profissão do filho, vive o sonho de uma conciliação aparentemente impossível por causa da demência do velho.

“A ideia deste livro nasceu de uma história que ouvi quando era criança, sobre um amigo do meu tio que havia comprado uma casa antiga. Ao iniciar os trabalhos de demolição, o proprietário teria descoberto um cadáver oculto no revestimento do banheiro. Essa história me perseguiu por anos, porque ninguém nunca soube de quem era o corpo, e me trouxe uma reflexão: nem todos os mortos têm seus nomes conhecidos”, afirma o escritor.

CLIQUE AQUI PARA CONHECER MAIS SOBRE O LIVRO


Leia Mais

Livro que desafia o conceito tradicional de felicidade chega ao Brasil

09 abril 2026


Chega ao Brasil através da Editora Cultrix o livro “O Novo Jeito de Ser Feliz – Um Guia Passo a Passo para Ter a Vida que Você Deseja” (312 págs, 79,90), de Stephanie Harrison, especialista em bem-estar e Mestra em Psicologia Positiva pela Universidade da Pensilvânia. Na obra, Stephanie propõe uma revisão profunda sobre aquilo que aprendemos a considerar como uma vida bem-sucedida.

Baseado em estudos de psicologia, sociologia e filosofia — entre outras áreas do conhecimento —, a autora parte de uma provocação central: a maioria das pessoas foi ensinada a buscar a felicidade da forma errada. Esse modelo, que ela chama de “Velho Jeito de Ser Feliz” (Old Happy), está fundamentado em três crenças amplamente difundidas: a ideia de que nunca somos bons o suficiente; a noção de que a felicidade depende de conquistas externas – como dinheiro, status e poder –; e a percepção de que cada indivíduo precisa enfrentar seus desafios sozinho.

Segundo Harrison, essas premissas, embora culturalmente reforçadas pela maioria, produzem o efeito oposto ao que prometem: alimentam ansiedade, comparação constante e sensação de inadequação.

Como alternativa, ela apresenta o conceito do “Novo Jeito de Ser Feliz” (New Happy), que redefine o bem-estar a partir de fatores internos e coletivos. Nesse modelo, a felicidade deixa de ser um objetivo distante e passa a ser uma prática cotidiana, baseada em quatro pilares principais: a aceitação de si mesmo e o reconhecimento do próprio valor independentemente de resultados externos; a descoberta de dons e talentos individuais; a construção de relações significativas e o uso dessas habilidades em benefício de outras pessoas.

A obra defende que a verdadeira felicidade não está condicionada ao “quando eu alcançar”, mas sim ao “como eu vivo agora”. Ou seja, ela se manifesta no momento em que o indivíduo age de acordo com seus valores e contribui de forma autêntica com o mundo ao seu redor.

Dividido em cinco partes, o livro conduz o leitor por uma jornada que vai da desconstrução dos mitos sobre felicidade até a aplicação prática de uma vida com mais propósito. Ao longo dos capítulos, temas como carreira, identidade, pertencimento e impacto social são abordados de forma acessível, com exemplos e exercícios que incentivam a reflexão e a mudança de comportamento.

Um dos diferenciais da obra está no uso de elementos visuais — como gráficos coloridos e composições geométricas — que ajudam a traduzir conceitos complexos de maneira simples e intuitiva. Essas ilustrações fazem parte da própria filosofia New Happy, que busca tornar o conhecimento mais claro, envolvente e aplicável, especialmente para leitores que se beneficiam de uma linguagem visual.

Mais do que um livro de desenvolvimento pessoal, ”O Novo Jeito de Ser Feliz” se posiciona como uma proposta de mudança cultural: sair de um modelo baseado em desempenho individual e escassez emocional para uma visão centrada em significado, conexão e contribuição para a sociedade.

Acredito que um dos motivos que nos levam a ter tantas dificuldades em encontrar a felicidade duradoura é desconsiderarmos essa complexidade. Para enxergar o cenário completo, estudei e incorporei as conclusões de especialistas em [diversas áreas de estudo]. A filosofia que vou descrever nesta obra poderá parecer, ao mesmo tempo, ousada e familiar. É ousada porque é bem diferente daquilo que aprendemos. E é familiar porque está alinhada à nossa natureza mais íntima. [...] Algumas das ideias aqui não são apenas contrárias a tudo o que aprendemos. São também aquelas a respeito das quais os altos poderes de nossa sociedade não querem que pensemos. Por favor, explore essas ideias e vivencie-as por si. Você sabe o que é melhor para sua vida. Espero que pegue essa filosofia e que se aproprie dela. Agora, meu desejo. Meu maior, mais desenfreado e ambicioso desejo é que se acenda uma lâmpada em você. Espero que ela brilhe muito, a ponto de abalar as crenças falsas que se instalaram nas vigas do seu coração, derrubando-as de uma vez por todas. Espero que ali, naquele espaço aberto que restou, você descubra o que a felicidade realmente significa para sua vida. – Stephanie Harrison


Conheça mais do livro clicando aqui!
Leia Mais

Sob os escombros da guerra, um segredo muda a vida de duas mulheres

30 março 2026


Londres, 1945. A Segunda Guerra Mundial acabou, mas a batalha está longe de terminar para Audrey Clarkson e Eve Dawson. Unidas por uma amizade improvável desde a adolescência, quando a mãe de Eve trabalhava como camareira da mãe de Audrey, as duas viram o conflito apagar as fronteiras entre suas classes sociais. 

Juntas, enfrentaram desafios como pilotar um barco em mar revolto para ajudar soldados e até dirigir ambulâncias sob o terror dos mísseis para levar feridos ao hospital. Agora, uma decisão desesperada redefinirá para sempre o destino das protagonistas de Se eu fosse você. 
 
Escrito por Lynn Austin, oito vezes vencedora do prêmio Christy, esta é uma saga memorável sobre a força das relações femininas. Narrada em terceira pessoa, a história alterna entre o passado na Inglaterra e o presente nos Estados Unidos da década de 1950. 

A autora traz um forte desenvolvimento emocional e amadurecimento das personagens, a partir de temáticas universais: desigualdade social, os sacrifícios da maternidade solo e as consequências de escolhas feitas sob pressão extrema, como assumir a identidade da amiga para fugir da pobreza e dar uma vida melhor ao filho. 

De agora em diante, somos irmãs. Ficaremos juntas não importa o que aconteça. Nos bons momentos e nos tempos difíceis. Até que a guerra termine e, depois disso, para sempre. (Se eu fosse você, p. 189) 

O impacto do pós-guerra serve como motor de dilemas morais que questionam até onde uma pessoa iria para proteger quem ama. A narrativa transporta o público para um cenário de perdas devastadoras — como a morte de Alfie, irmão de Audrey e grande amor de Eve — e a busca incessante por pertencimento em um mundo que já não reconhecem mais. A mensagem de fé permeia temas como culpa, perdão e esperança, apresentados sem caráter devocional explícito, o que amplia o apelo da leitura para todos os tipos de públicos, especialmente fãs de ficção histórica. 

Se eu fosse você apresenta uma aventura emocionante que explora um dos períodos mais dramáticos da História, revelando o poder da amizade na superação de obstáculos. Publicado pela Editora Mundo Cristão, este lançamento de Lynn Austin é uma reflexão profunda sobre como segredos guardados por anos e cicatrizes da guerra podem ecoar por toda uma geração. Sobretudo, mostra a capacidade humana de encontrar redenção, mesmo quando os erros parecem irreparáveis. 

CLIQUE AQUI E CONHEÇA MAIS DO LIVRO


Leia Mais

Vira-lata caramelo se torna super-herói brasileiro em livro infantil

27 março 2026


O vira-lata caramelo já se tornou símbolo do Brasil. Além de perambular pelas ruas das cidades e receber cuidados por onde passa, ele é garoto-propaganda das campanhas de adoção, protagonizou uma petição para se tornar o rosto da nota de 200 reais e até já recebeu um reconhecimento oficial ao se tornar expressão cultural imaterial de São Paulo. Agora ele vira também super-herói devido ao lançamento da obra infantil de Thiago Yashiki, que narra as aventuras de um cachorro com poderes extraordinários no Rio de Janeiro.

Em O Supercão Caramelo, Fred é um animal curioso que, durante um passeio com o seu tutor, pulou a cerca de uma área perigosa e farejou um estranho pó azul. Naquela mesma noite, percebeu que algo estava diferente, porque conseguia correr mais rápido e até voar. Assim colocou uma máscara e uma capa para esconder sua verdadeira identidade e decidiu que protegeria a população da sua cidade.

Naquela manhã ensolarada no Rio de Janeiro, ele estava no alto do Cristo Redentor, em sua clássica pose heroica sobre o braço direito da estátua, impressionando as centenas de turistas do mundo todo que tiravam fotos no Cristo. A capa azul voava com o vento e, do alto, ele vigiava a cidade como quem cuida de casa. Com os olhos semicerrados, farejava o ar, atento a qualquer emergência. (O Supercão Caramelo, p. 49)

Diariamente ele patrulha o Rio de Janeiro enquanto salva os moradores de enchentes, deslizamentos e todo o tipo de problema. Porém, Gatuno, um misterioso homem com orelhas de gato, atravessa o caminho do super-herói, que vai precisar de um grande plano para deter os crimes do vilão.

O Supercão Caramelo é uma aventura divertida, afetuosa e reflexiva para entreter as crianças e os adultos. Com ilustrações de Guilherme Rocha, o livro apresenta uma história repleta de brasilidades que aparecem na fala dos personagens, na rotina dos trabalhadores e nos icônicos cenários cariocas, a exemplo do Cristo Redentor.

Ao abordar temas como solidariedade, empatia, responsabilidade coletiva e pertencimento, Thiago Yashiki mostra como pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças no cotidiano. “Com essa obra, quero destacar que os heróis podem surgir de onde menos se espera. Nem sempre eles usam armaduras brilhantes ou têm vidas organizadas. Às vezes são vira-latas, esquecidos ou subestimados, mas com um enorme senso de cuidado pelo outro”, explica o autor.


CONHEÇA MAIS DO LIVRO E COMPRE CLICANDO AQUI


Leia Mais

A esperança que desafia o inverno eterno

25 março 2026


Na fantasia distópica Aion e a Profecia do Sol, o leitor encontra um universo gelado em que o Sol deixou de brilhar e o inverno se tornou permanente. Após a Grande Pacificação, o mundo foi dividido em nove colônias sob o domínio do Núcleo, um sistema autoritário que controla territórios, silencia dissidências e ofusca a esperança do povo. É nesse cenário de frio e vigilância constante que a jovem Althea embarca em uma jornada sobre fé, coragem e resistência. 
 
Marcada por luto e perdas profundas, Althea sobrevive às margens desse regime em um vilarejo pobre nos confins de Aion. Mas a protagonista passa a questionar as verdades impostas quando sonha com a imagem de um Sol dourado voltando a resplandecer. Ao descobrir que está ligada a uma antiga profecia, ela se vê lançada em uma missão por colônias, artefatos ocultos e crenças proibidas, enfrentando tanto o governo opressor quanto os próprios limites. 

Com ritmo envolvente de aventura e atmosfera cinematográfica, Aion e a Profecia do Sol aposta na força simbólica da luz enquanto metáfora de perseverança: a fé surge como um impulso que leva a personagem a resistir, mesmo quando tudo parece perdido. É uma mensagem positiva que dialoga com dilemas atuais da juventude, como sensação de impotência diante de injustiças, medo do futuro e vontade de mudar a realidade a qualquer custo.  

Bárbara Bie também combina elementos clássicos das distopias fantásticas — revelações proféticas e jornada do herói, por exemplo —, reafirmando o poder do protagonismo feminino e da fé como chamas que nunca se apagam. Em tempos de trevas e escuridão, este lançamento da Editora Mundo Cristão sugere que acreditar em um novo amanhecer pode ser o gesto mais revolucionário de todos.  

CONHEÇA MAIS DO LIVRO CLICANDO AQUI


Leia Mais
Mais Posts
Assinar: Comentários (Atom)

MONIQUE LARENTIS

Bem-vindo ao blog Vivendo Sentimentos. Viaje comigo pelo mundo, pelos livros e pelo autoconhecimento. Viva todos os sentimentos! | Mais clicando aqui |

VISITE TAMBÉM

Inscreva-se no Canal

Você está procurando por?

Amigos

moissanite jewelry

bridal wedding dress



© Vivendo Sentimentos.
Desenvolvido por Monique Larentis