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Antigamente conhecida como Euro Disney, o complexo de parques da Disney em Paris (30km do centro de Paris) é composto por dois parques: Disneyland Park e Walt Disney Studios.
Disneyland Park
A Disneyland Park é o parque principal com o famoso castelo da Bela Adormecida. Neste há vários brinquedos para crianças, personagens, desfile e show de fogos de artifícios no fim do dia.
Aqui em Paris, o famoso castelo não pertence a Cinderela, como é o caso do de Orlando. Este, pertence à Bela Adormecida. Mas, essa não é a única diferença entre os castelos. Enquanto o de Orlando tem em seu interior um restaurante que só pode ser conhecido por quem come uma refeição, em Paris existe uma atração no interior do castelo, e pode ser acessada por qualquer visitante.
Conheça no vídeo que eu gravei no interior do castelo:
Uma curiosidade é que o Castelo da Aurora foi pintado de Rosa para ter um ar mais mágico e um destaque maior, considerando o céu quase sempre cinzento da França. Hoje em dia o de Orlando também é rosa com dourado, mas até pouco tempo atrás, os castelos dos outros parques, exceto o de Paris, eram cinza.
O Castelo está virado para o sul para que todos possam fazer fotos a qualquer momento do dia sem que a luz do sol interfira. Isso acontece em todos os Castelos da Disney, legal né?! Outra curiosidade é que o castelo conta com 16 pequenas torres. Idade da Aurora quando espetou o dedo na roca mágica.
O parque é dividido por temas: Fantasyland: área mais infantil, Mickey, Alice, Princesas; Discoveryland: futurista, Star Wars, Buzz Lightyear; Adventureland: piratas, Indiana Jones, Rei Leão, Aladdin, Mogli, restaurantes; Frontierland: faroeste, restaurantes, Pocahontas, passeio de barco; Main Street USA: várias lojas e a entrada principal do parque.
Do mesmo jeito que nas outras Disneys, vale nesta também: Vá com seu roteiro planejado e focado em quais atrações você quer fazer primeiro. As mais concorridas e tudo mais. Mesmo o parque sendo menor, isso não quer dizer que você também não perderá horas nas filas, então, sempre vale se planejar para perder o menor tempo possível.
Acredito que a fila que fiquei mais tempo, neste parque, foi a para bater foto com o mickey. Foram umas duas horas de fila. Mas é o mickey né pessoal, vale a pena :)
Walt Disney Studios
Além do famoso parque Disneyland, em Paris também temos o Walt Disney Studios, que é um parque menor e mais recente, ao lado da Disneyland. Mas que é incrível igualmente.
Este parque é bem menor e possui atrações mais radicais como a Crush’s Coaster, montanha russa da tartaruga do Procurando Nemo! Também há várias atrações para crianças e os personagens caminham de um parque ao outro.
Esse parque é baseado nos filmes da Disney e bem focado no cinema em si, trazendo atrações que mostram apresentações de palco, bastidores de gravação, e até, exposto dentro do parque, encontramos o carro da Cruella de Vil, que foi usado nas gravações do filme de 101 dálmatas.
Ele é constantemente atualizado, conforme os lançamentos do cinema e de novos filmes Disney e Pixar, que estão sempre gerando novas atrações. Uma coisa legal desse parque é que muitas atrações são em pavilhões ou fechadas. Ajuda muito naqueles dias de chuva, que você precisa “fugir” dos lugares abertos.
Mas não se engane, mesmo o parque sendo mais pequeno, reserve um dia só para ele. Você não vai se arrepender. Além de que, não vale a pena ir até a Disney Paris e ver tudo correndo em um dia só.
Onde se hospedar em Paris?
Está indo conhecer a mágica Disney Paris e não sabe onde se hospedar? Fiz uma seleção neste link de hotéis perto dos parques da Disney para você pesquisar os dias que estará por lá e comparar as melhores opções.
Veja também os outros posts de passeios em Paris:
Acho que nunca falei para vocês, mas sempre que planejei minhas viagens Disney, sempre analisei as possibilidades de se hospedar em hotéis deles. Ter a experiência completa. E não quer dizer que eu sou “vida louca” com o dinheiro.
Se compararmos apenas o dinheiro, é claro que um hotel Disney será mais caro que muitas outras opções. Mas, não é só isso que conta. Se hospedar em resorts da empresa traz muitas vantagens, tanto de tempo como também de extras, que no fim, pode compensar muito. Sem contar toda a magia que existe também nos hotéis temáticos e tudo mais.
Em Orlando, me hospedei no Disney’s All‑Star Resort que é simplesmente incrível. Mas, esse post é para falar dos hotéis de Paris. E eu não poderia deixar de mencionar o Disneyland Hotel - este das 2 primeiras fotos do post.
Não, eu não me hospedei nele. Por enquanto 😀 Ele é 5 estrelas e é o hotel da categoria luxo de lá. Mas, ser dessa categoria nunca me chamou a atenção, até porque os mais divertidos (para mim que sou uma eterna criança) sempre são os da categoria econômica.
O que me encantou realmente no Disneyland Hotel é que ele literalmente fica na porta da Disneyland. Pois a entrada (as catracas) do parque fica embaixo deste hotel. Literalmente fica a 5 minutos de caminhada.
Bom, mas quando fui para Paris, me hospedei no Disney’s Hotel Santa Fe que é o de categoria econômica, e temática do filme Carros. Ele é simples mas muito bonito. Fica apenas 20 minutos de caminhada do parque, mas, os hospedes não precisam ir a pé.
Isso porque tem os benefícios de ser hóspede (as vantagens extras que mencionei). Uma delas é o transporte gratuito para os parques. Mas o que mais gosto é as Magic hours. São horas que todo hóspede ganha, para acessar os parques antes dele abrir para o grande público.
Geralmente, uma ou duas horas antes do parque abrir oficialmente, a gente pode entrar e já fazer muitas fotos (sem tanta gente na paisagem), ou ir para brinquedos mais concorridos (para já ficar na fila e até andar em alguns que já estão abertos).
Eu sempre aproveitei ao máximo esse benefício, mesmo que tivesse que acordar mais cedo e tomar café da manhã rapidão. Tenho muitas fotos lindas em frente ao castelo, com poucas pessoas ao meu redor. Consegui chegar e já entrar em atrações que muita gente espera 2 horas na fila. Claro, tudo isso conciliado com um bom planejamento de viagem, onde eu anoto as atrações mais concorridas para fazer um plano de quais ir primeiro.
Aliás, o café da manhã do Disney’s Hotel Santa Fe era ótimo, com uma variedade de salgados e docinhos. É bom nem falar hehehe. Mas até isso era bem aproveitado, pois a gente tomava tão bem o café da manhã, que a outra refeição que fazíamos, muitas vezes era a janta ou um café no final da tarde. Nunca almoçávamos pois ainda não tínhamos fome.
Só para finalizar, lá no Disney’s Hotel Santa Fe tinha um Starbucks Coffee. Era tão bom, porque a gente ia lá com o notebook trabalhar (pois eu sempre trabalho durante as viagens), dentro do hotel, mas ao mesmo tempo, em uma cafeteria. Saudades...
Outras postagens de Paris para você conferir:
Le Pays Des Contes de Fées ou Storybook Land Canal Boats, é um passeio de barquinho por paisagens de contos de fadas. É isso que você encontra nessa atração linda da Disneyland de Paris. Parece uma atração simples, mas é tão linda e delicada, que é impossível não encantar todos!
Não deixe de conferir no vídeo um pouquinho desse passeio lindo:
Mickey And The Magician é um show que acontece dentro de um pavilhão fechado (ótimo para dias que você tem que fugir da chuva), vamos acompanhar uma história que se passa em um grande ateliê de um mágico no século 19, onde o assistente dele é o Mickey.
Nosso querido ratinho recebe a tarefa de limpar o ateliê antes do amanhecer, e o jovem aprendiz se distrai! Nada sai como o esperado. Mickey é acidentalmente transportado para os mundos mais mágicos, com Cinderela, A Bela e a Fera, O Rei Leão, Aladdin e Frozen.
Gravei a apresentação para vocês conhecerem um pouquinho. Eu não estava muito perto, mas acredito que já dá para ter um gostinho de o quão incrível é esse show:
Confira também outros posts de Paris:
Para quem gosta de Alice no País das Maravilhas, visitar a Disneyland em Paris é amor à primeira vista. Tudo porque, a personagem Alice é francesa, e desta forma, ela tem um espaço especial reservado só para ela no parque.
Uma dessas "atrações" de lá é o Curioso Labirinto da Alice - Alice’s Curious Labyrinth ou Le Labyrinthe d’Alice: L’Attraction (para o público francês). Essa atração é exclusiva de Paris, não tem em outra Disney, e mesmo sendo simplesinha, é divertida e bem charmosa. Não tem como ir e não passear para conhecer.
É um passeio onde você entra em um labirinto - com mais de 350 metros, percorrendo a história da personagem, até a chegada do final, que fica no castelo da Rainha de copas. O labirinto em si foi baseado no jardim em forma de labirinto da Rainha de copas do desenho Wonderland Maze.
Ao longo do percurso pelas várias seções do labirinto, você tem a oportunidade de escutar partes de músicas do filme, perfeitamente sincronizados com o labirinto. O interior do Castelo da Rainha de Copas também pode ser acessado, e tem vários caminhos disponíveis, incluindo um acesso para a torre onde você consegue apreciar uma bela vista de uma parte do parque.
Segue um pequeno vídeo do passeio para quem quiser conhecer um pouquinho das atrações junto comigo:
A Disneyland de Paris tem seu charme à parte. É linda de mais e tem aquele toque todo romântico que já conhecemos da própria cidade. Mas hoje não vim falar do parque. Hoje, trouxe para vocês conhecerem, alguns shows e desfiles que assisti por lá.
Começamos pelo Moteurs... Action. Um show cheio de adrenalina com carros e motos, muitas acrobacias e emoção. Foi uma das atrações originais do Walt Disney Studios Park, o segundo parque temático do resort da Disney perto de Paris. Foi idealizado pelo coordenador de acrobacias Rémy Julienne e retratava uma filmagem de ação em uma vila de pescadores francesa.
Infelizmente, esse ano a atração foi encerrada. Não irá mais acontecer por lá, pois vai dar espaço para novas atrações que serão montadas no lugar. Selecionei alguns momentos para vocês assistirem, do show que filmei ano passado:
Não importa em qual Disney você vá no mundo, tem um dos desfiles da tarde que você precisa assistir. É encantador, tanto pelos carros temáticos gigantes, como o fato de ver todos os personagens ali reunidos. Eu não me canso de ficar assistindo sempre:
E por último, mas não menos importante, o show de fogos no castelo. Esse show de encerramento do parque é lindo. Sempre conta uma incrível história envolvendo os personagens Disney, e é claro, muito colorido, luz e fogos de artifício:
O que acharam dos vídeos e dos shows? Espero que tenham gostado :)
Parc Astérix é um parque de diversões temático na França, baseado na série de quadrinhos Asterix de Albert Uderzo e René Goscinny. Aqui no Brasil os quadrinhos não são tão conhecidos, mas com certeza você já ouviu, pelo menos comentários, dos personagens gauleses Asterix e Obelix.
O personagem Asterix era um guerreiro baixinho e de aparência inofensiva que habitava uma aldeia da Gália (território que compreendia França, Bélgica e a Itália) por volta de 50 a.C. À época, o poderoso império romano já havia invadido a região, mas encontra resistência exatamente da aldeia de Asterix, já que seus habitantes rechaçavam os invasores graças à enorme força que conseguem ao tomar a poção mágica do druida da aldeia. O maior aliado de Asterix é o grandalhão Obelix, que é proibido de tomar a poção mágica, pois caiu dentro do caldeirão da poção quando era bebê e desenvolveu força constante. Ao lado de Obelix e do cãozinho Ideiafix, Asterix viveu inúmeras aventuras ao redor do mundo, contadas em 35 álbuns em quadrinhos que já venderam um total de 325 milhões de exemplares em diversas línguas.
Com mais de dois milhões de visitantes anualmente, o Parc Astérix (Parque Asterix em português) é o segundo maior parque temático do país, depois da Disneyland Paris e seus 14 milhões de visitantes anuais. Mas, isso não quer dizer que o parque não faça sucesso. A Disney só tem mais visitantes por ser mais conhecida e receber pessoas de todo o mundo, o que não é nada comum no Parque Asterix.
Na verdade, os franceses, preferem ir com mais frequência nesse parque do que na própria Disney. Até porque, quem não gostaria de prestigiar seus próprios personagens?! Afinal, a Disney é americana, e lá existem várias histórias de que o pessoal não é muito a favor da Disneyland (vou contar mais no post da Disney).
O Parc Astérix é especialmente conhecido na França por sua grande variedade de montanhas-russas. Mas o visual não deixa nada a desejar, incorporando passeios e temas de culturas históricas como os gauleses, os romanos, a Grécia Antiga e recentemente o Egito Antigo.
Se você está acostumado a ver a Disney, pode ficar tranquilo, esse parque não deixa nada a desejar em relação ao visual do parque e dos brinquedos. Tudo é muito bonito e cheio de detalhes. E o incrível é que a gente sente o quanto os franceses são apaixonados pela cultura deles, e pelo personagem gaulês.
Mas, por seu um parque local, visitado especialmente por franceses e pouco pelo resto do mundo, é claro que, tem "mordomias" que não se encontra lá. E uma delas, e que a gente sentiu logo de cara, é a falta do Inglês. Nem o pessoal que atendia nos restaurantes, ou pelo parque, sabia inglês. A gente se vira conversando por mimica e pedindo comida apontando (hehehe), mas, achamos que eles poderiam já começar a pensar nisso, até para o parque expandir.
O parque situa-se a cerca de 35 km (22 milhas) ao norte de Paris, mas existem várias excursões que fazem o bate-volta caso você não queira ir de carro. Nós, contratamos um ônibus que embarcava ali do Museu do Louvre em direção ao parque, e nos trazia no final do dia.
Claro que, existe a parte ruim dessa história. O parque é enorme e tem filas enormes também (que parque não tem não é mesmo?!). Então, ficar só um dia é muito pouco. Acabamos andando em poucas montanhas russas, pois perdia-se muito tempo nas filas. Decidimos passear pelo parque e conhecer. Aproveitamos muito o dia! Mas claro, se quisesse aproveitar mais brinquedos, teria que ter ido mais um ou dois dias para compensar os tempos de espera.
Já tinham ouvido falar desse parque na França? Não deixe de assistir o vídeo e passear por algumas partes do parque junto comigo:
Olá meus lindos. Já estavam com saudades dos posts de viagem?
Hoje vim contar um pouquinho da minha experiência visitando esse lugar incrível que é o Museu do Louvre em Paris. Ele é muito conhecido por ter em seu acervo a Mona Lisa, mas ele tem muito, mas muito mais coisas que isso. E já vou avisando: você poderia visitar por 3 ou 4 dias inteiros esse museu e acho que mesmo assim não veria tudo. Ele é realmente enorme!
Vamos começar falando um pouco do prédio, que já é algo inacreditável. Chamam de fortaleza e não é em vão. São 160.000 metros quadrados. Eu nem sei quantas quadras dá isso. Acho que agora vocês veem porque eu falei que é impossível ver tudo em um ou dois dias.
Uma coisa legal que eu não sabia e acabei descobrindo lá por causa de um vídeo que eles tem dentro do museu, é que esse lugar, essa fortaleza que é do século XII, antes de se tornar um museu, foi residência real de alguns monarcas da França.
Uma coisa legal que eu não sabia e acabei descobrindo lá por causa de um vídeo que eles tem dentro do museu, é que esse lugar, essa fortaleza que é do século XII, antes de se tornar um museu, foi residência real de alguns monarcas da França.
A coleção do Louvre compreende cerca de 300.000 obras anteriores a 1948, das quais são expostas aproximadamente 35.000. A imensa coleção está organizada de forma temática em diferentes áreas: antiguidades orientais, antiguidades egípcias, antiguidades gregas, romanas e etruscas, história do Louvre e o Louvre medieval, pintura, escultura, objetos de arte, artes gráficas e arte do Islã.
Outra coisa que talvez muitos nem imaginam, é que o Louvre não possui só obras de arte. Existem várias esculturas, e algumas muito importantes como a Vênus de Milo da antiga Grécia. Impossível passar pelas esculturas sem admirar os incríveis detalhes dessas obras tão antigas.
Dicas para a visita!
E nesse, como em todos os outros pontos turísticos, vale sempre ressaltar: Compre os ingressos antecipadamente pela internet. As filas são enormes e você não quer ficar horas esperando para entrar.Quando você compra o ingresso, precisa escolher a hora de entrada. O melhor horário é logo no começo da abertura pela manhã. Assim o museu ainda não tem um trilhão de pessoas, e você pode escolher até que horas vai ficar lá dentro, já que não há limite de saída - só quando o museu fecha claro. Imagine entrar no meio da tarde e só ficar com 3 horas para visitar tudo antes do museu fechar? É triste!
Por favor, não saia andando sem o mapa. Nós tínhamos o mapa e mesmo assim ficava com dúvidas onde nós estávamos, de tão grande que é o lugar.
A estação mais próxima é a Palais Royal Musée du Louvre, na linha 1. Como eu escolhi me hospedar perto do museu, nós só andamos duas quadras e já estávamos lá. Já vale essa dica: Ali é um ponto bem legal perto de bastante coisa. A gente fez muita coisa à pé. Quem gosta de caminhar e quer economizar no transporte, já anota essa dica.
A Monalisa
E aí, você vai visitar o Louvre e não pode sair sem ver a Monalisa, o quadro icônico que todos tanto falam. Eu já vou adiantando: É cansativo kkkk. Nós enfrentamos uma fila de mais de uma hora só para chegar até a sala onde ela estava.Além do quadro ser bem pequeno, existe uma barreira onde você não pode se aproximar, sem contar a policia armada dos lados que te deixa com aquela apreensão hehehe. Além disso, como são muitos milhões de pessoas querendo ver a obra, você pode apenas ficar um minuto em frente a ela, depois já tem que seguir caminho para liberar para outros. Então, vá com o espírito aventureiro e se divirta. Porque é cansativo.
Antes de acabar o post, vale ressaltar a importância de vocês tomarem cuidado com pertences pessoais, como em todo lugar. Não é porque está dentro do museu que está livre de roubos. Tanto que em alguns lugares do Louvre tem placas dizendo que aquele local podem ter "ladrões de carteira".
Em qualquer viagem, no Brasil ou no exterior vale sempre tomar todo cuidado possível. Pois não queremos ser alvos em nenhum momento, principalmente em uma viagem incrível dessas.
Confira um pouquinho do passeio em vídeo:
Confira também outros posts de Paris:
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| Galeria Nacional em Londres |
Tá aí uma coisa que adoramos quando planejamos uma viagem - seja nacional ou internacional - "coisas grátis para se fazer". Afinal, por menor que sejam os custos de tickets, quando você vai colocar em um montante, podem significar valores altos na viagem.
E eu gostei muito de Londres por causa deste diferencial, dá para fazer muitas coisas na cidade sem gastar com tickets. Ao contrário de Paris que a maioria das coisas são pagas, no comparativo. Bom, mas hoje, além de apresentar dois lugares incríveis que visitamos na cidade maravilhosa de Londres, já fica a dica: As entradas são GRATUITAS. Então, já pode colocar no planejamento da sua viagem para lá.
Você pode pensar: Ah, museus, que coisa chata. Mas não é! Mesmo que você não seja um grande apreciador de arte, a história que esses lugares carregam é enriquecedora e magnífica. Sem contar que a própria arquitetura dos locais é de cair o queixo. Se no vídeo eu só tiver filmando o teto e as paredes vocês já sabem porque - hehehe.
Importante dizer que nesses dois lugares você só pagará entrada para ver exposições temporárias. Se tem algum artista que está expondo e você quiser dar uma olhada. Para o acervo permanente - mais incrível - a entrada é gratuita como já mencionei.
GALERIA NACIONAL EM LONDRES
Maior pinacoteca do Reino Unido, a Galeria Nacional em Londres abriga mais de 2.300 obras de artistas europeus do período compreendido entre o século XIII e o início do século XX. Sua coleção tem mais ou menos 2.300 pinturas, entre as quais se destacam algumas obras de Rembrandt, Tiziano, Velázquez, Van Gogh e Michelangelo.
Ao contrário de museus comparáveis na Europa, a Galeria Nacional não foi formada por nacionalizar uma coleção de arte real ou principesca existente. Ela surgiu quando o governo britânico comprou 38 pinturas dos herdeiros de John Julius Angerstein, um corretor de seguros e patrono das artes, em 1824.
Depois desta compra inicial, a Galeria foi moldada principalmente por seus primeiros diretores e por doações privadas, que compõem dois terços da coleção. A coleção resultante é pequena em tamanho, em comparação com muitas galerias nacionais europeias, mas enciclopédica no escopo; a maioria dos grandes desenvolvimentos na pintura ocidental "de Giotto a Cézanne" são representados com obras importantes.
Ao contrário de outros museus que você visitará em uma viagem para a Europa, esse se destaca por conter apenas pinturas. Mesmo no Louvre, ou Museu Britânico você encontra uma mescla de pinturas e objetos arquitetônicos, estatuetas, etc.
Localizado na Trafalgar Square.
Horário - Todos os dias, das 10:00 às 18:00 horas (sexta até as 21:00 horas).
Fechado 1º de janeiro, 24 e 26 de dezembro
Site Oficial: www.nationalgallery.org.uk
MUSEU BRITÂNICO EM LONDRES
O Museu Britânico é um dos grandes museus do mundo. Tanto pelo seu tamanho quanto pela sua importância. Ele abriga 8 milhões de peças históricas de toda a humanidade. Só em pensar em toda essa história que você verá, você já fica tonto e pensando, como tudo isso é de graça?
Quando fundado, o Museu Britânico foi o primeiro grande museu público, gratuito, secular e nacional em todo o mundo. E o segundo museu moderno do planeta, depois do Museu de Oxford. Foi pioneiro nos métodos museológicos, trazendo relíquias da História Universal.
Em seu acervo permanente, conta com máscaras astecas, moedas do período helenístico, esculturas egípcias e gregas, além da Pedra de Roseta - que você verá pulando atrás dos muitos japas que estarão na frente de você fotografando a pedra kkk - e partes do Partenon de Atenas. Com certeza você poderia ficar uma semana visitando e não sei se veria tudo que tem lá.
A arquitetura deste lugar é tão incrível que não tem como descrever. A parte central com um teto de vidro arredondado incrível, resulta em fotos lindas e você admirando por algumas horas toda aquela beleza. Você até esquece que está ali para admirar as obras e não o lugar.
Localizado na Great Russel Street.
Horário - Todos os dias, das 10:00 às 17:30 horas. Sexta até as 20:30 (algumas galerias).
Fechado: 1º de janeiro, Sexta-feira Santa, 24, 25 e 26 de dezembro.
Site Oficial: www.britishmuseum.org
ASSISTA O PASSEIO EM VÍDEO
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| Rio Sena |
Paris, a cidade dos apaixonados. Se você lembra só da Torre Eiffel quando pensa na cidade, não sabe tudo que esse lugar maravilhoso tem a oferecer. Nós caminhamos muito na nossa visita a capital parisiense, e vim contar um pouquinho e mostrar (tem vídeo no final do post) do pouquinho que vimos por lá.
Começamos nossa caminhada bem ao lado do Museu do Louvre, isso porque o primeiro hotel que pegamos ficava a 2 quadras de distância. Alguns passos e já estamos no Rio Sena, aproveitando a caminhada da manhã, ainda com poucas pessoas na rua e o sol lindo.
Neste post não vamos falar do Louvre porque ele terá um post especial só dele. Só gostaria de mencionar o Arco do Triunfo do Carrossel (Arc de Triomphe du Carrousel) que fica ao lado do Museu do Louvre. Ele é um monumento datando de 1809, construído por Napoleão I (Napoleão Bonaparte).
No passeio pela cidade conseguimos ver de longe a Catedral de Notre-Dame de Paris (Cathédrale Notre-Dame de Paris). Por causa do incêndio que aconteceu, ela está fechada para reforma. Fizemos vários pontos à pé e foi muito bom, mas também tiveram alguns lugares que tivemos que ir de metrô. Um desses lugares que quisemos conhecer por ser diferente é o Arco de La Défense.
O Arco de La Défense é conhecido também como Grande Arco e fica no distrito comercial de Paris. Visitar essa parte da cidade é como ver uma 'Paris de hoje', em contraste com a Paris Histórica (a parte mais conhecida com museus e prédios históricos). Aqui os prédios são envidraçados, grandes, e futurísticos. E o arco não é diferente.
O legal é que, uma linha imaginária liga o Grande Arco com o Arco do Triunfo, à Avenida Champs-Elysées e à Pirâmide do Louvre. Nós não chegamos a subir neste arco, mas é possível e a visão deve ser linda. Para você chegar ao local, é só pegar a linha 1 do metrô e saltar na estação La Défense Grande Arche ou Esplanadade de la Défense.
Mas com certeza, um local que a gente achou incrível conhecer foi o Panthéon. A arquitetura é incrível e deslumbrante desde o primeiro momento. Já na chegada você se surpreende com o Pêndulo de Foucault que fica ali centralizado no piso principal. Nas paredes laterais tem pinturas lindas, obras de arte que deslumbram os olhos.
O Arco de La Défense é conhecido também como Grande Arco e fica no distrito comercial de Paris. Visitar essa parte da cidade é como ver uma 'Paris de hoje', em contraste com a Paris Histórica (a parte mais conhecida com museus e prédios históricos). Aqui os prédios são envidraçados, grandes, e futurísticos. E o arco não é diferente.
O legal é que, uma linha imaginária liga o Grande Arco com o Arco do Triunfo, à Avenida Champs-Elysées e à Pirâmide do Louvre. Nós não chegamos a subir neste arco, mas é possível e a visão deve ser linda. Para você chegar ao local, é só pegar a linha 1 do metrô e saltar na estação La Défense Grande Arche ou Esplanadade de la Défense.
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| Arco de La Défense a esquerda e Torre Eiffel a direita |
Mas com certeza, um local que a gente achou incrível conhecer foi o Panthéon. A arquitetura é incrível e deslumbrante desde o primeiro momento. Já na chegada você se surpreende com o Pêndulo de Foucault que fica ali centralizado no piso principal. Nas paredes laterais tem pinturas lindas, obras de arte que deslumbram os olhos.
Mas o que mais surpreende é quando você desce para o piso inferior. Lá você encontra a cripta onde grandes pessoas foram enterradas. Personalidades que se destacaram em diversas áreas, fazendo com que os franceses se orgulhassem de alguma forma.
Andando pelas suas galerias reconhece-se túmulos como de Pierre e Marie Curie (físicos), Louis Braille (criador do sistema de leitura para cegos), Jean-Jacques Rousseau (filósofo), Alexandre Dumas (escritor), Voltaire (escritor), Jean Jaurès (político), René Descartes (filósofo, físico e matemático), Jacques-Louis David (pintor), entre outros.
Andando pelas suas galerias reconhece-se túmulos como de Pierre e Marie Curie (físicos), Louis Braille (criador do sistema de leitura para cegos), Jean-Jacques Rousseau (filósofo), Alexandre Dumas (escritor), Voltaire (escritor), Jean Jaurès (político), René Descartes (filósofo, físico e matemático), Jacques-Louis David (pintor), entre outros.
Saindo dali, em algumas quadras estamos no Jardim de Luxemburgo, que também, como todos os jardins em Paris, é lindo. Sentamos ali um pouquinho para admirar a paisagem. Outro ponto que visitamos e que também saímos encantados foi na Sainte Chapelle. Uma igreja no estilo gótica que por fora parece simples, mas quando você entra, impossível não se encantar.
Quando você entra, já dá de cara com uma capela muito bonita, com um azul incrível em seu teto. Ali, várias banquinhas com souvenirs estão dispostas para as comprinhas. Mas quando você pega uma escadinha estreitinha e vai para o segundo andar, não tem como descrever.
A capela superior foi construída como um relicário monumental. Está decorada suntuosamente com esculturas e enormes vitrais que inundam o espaço de luz e cor. Os quinze vitrais que cobrem praticamente todas as paredes estão compostos por 1.113 cenas que narram a história da humanidade, desde Gênesis até a Ressurreição de Cristo. Tanto no vídeo como nas fotos não dá para mostrar o quanto é lindo o lugar.
Por fim, nada melhor que subir no Arco do Triunfo no final da tarde, para conferir o pôr do sol no céu de Paris. Muitas pessoas visitam esse ponto mas poucas sabem que dá para subir. São quase 300 degraus em espiral, mas tudo vale a pena. Lá em cima você encontra um pequeno museu com a história do arco e sua construção além da subida ao topo, onde dá para ver a cidade de Paris em 360º graus. É incrível.
Confira o Vídeo do Passeio em Paris:
O Palácio ou Castelo de Versalhes fica a 35 minutos de trem de Paris, na cidade de mesmo nome. Ele é o castelo mais visitado do mundo, com mais de 12 milhões de turistas visitando todo ano. Patrimônio da Humanidade há mais de três décadas, é um ponto que você tem que colocar em seu roteiro para Paris.
Construído pelo rei Luís XIV, conhecido como o "Rei Sol", a partir de 1664, tornou-se a residência oficial do monarca e também o símbolo da monarquia absolutista, sustentada pelo rei. Considerado o maior palácio da época e um dos maiores atualmente, o Palácio de Versalhes possui uma ampla extensão que ocupa mais de 100 hectares, possuindo 700 quartos, 352 chaminés, 1250 lareiras, 67 escadas, 2153 janelas e um parque de 800 hectares.
Nem metade do castelo é aberta a visitação do público. Mas nem precisa não é mesmo? Só para você caminhar nesses 800 hectares de jardins, precisa de um dia inteiro. Sim, reserve um dia inteiro para ficar em Versalhes. Não irá se arrepender!
Ahhh, a gente foi louquinho e andou tudo a pé. Mas o lugar é tão grande que eu nem saberia dizer, por isso trouxe um pequeno mapa para mostrar para vocês. Onde eu circulei é o Palácio. O resto é tudo os jardins hehehe.
Por isso, aqui vai três dicas:
1- Use protetor solar. Eu me queimei um pouco mesmo usando. Principalmente se você vai no verão. Não tem muito onde se esconder do sol, mesmo com muitas árvores nos jardins. Então se proteja! Ah, boné é essencial.
2- Se você está disposto a pagar uns euros e não caminhar que nem louco como a gente, existem várias opções para locação como bicicleta e trenzinho. Também tem um passeio de barquinho pelo Grande Canal. A gente não fez mas deve ser muito lindo.
3- Compre os ingressos antecipadamente. O ingresso completo, que dá acesso a tudo, apesar de um pouco mais caro, vale muito a pena. É tipo um passe vip. E meu namorado agradeceu quando viu a fila de 1 km para entrar, e a gente não precisou esperar. Entramos direto com esse ingresso.
Dentro do palácio, o destaque fica para a Sala ou Salão dos Espelhos, que além de lindo, é muito importante para a história, já que foi ali que as autoridades assinaram o Tratado de Versalhes, que deu fim à Primeira Guerra Mundial.
Nem preciso falar o quanto os jardins encantam. E o Grande Canal também é um ponto dos jardins, de tirar o fôlego. Ele é um canal artificial criado pelo Rei Luis XIV, com mais de 1 km de extensão. Lembrando que ali, era um pântano. Não existia água alguma. O Rei Sol fez algo a frente de sua época e gastando bastante dinheiro, construiu encanamento que trouxe água do Rio Sena para Versalhes.
O Grand Trianon é um palácio de mármore rosa e menor que foi construído em 1687 para que Luís XIV tivesse um lugar para fugir das formalidades da Corte e também manter o seu romance com Madame Montespan. Foi aqui, também, que Napoleão Bonaparte se casou e morou com Marie Louise.
Já o Petit Trianon foi construído para a favorita do rei, Jeanne-Antoinette Poisson, também chamada Madame de Pompadour. Mais tarde, a rainha Maria Antonieta aí se instalou com o objetivo de se distanciar da ostentação da corte do rei Luís XVI, e por isso, qualquer visitante, incluindo o rei, só podia entrar ali com a autorização de Maria.
3- Compre os ingressos antecipadamente. O ingresso completo, que dá acesso a tudo, apesar de um pouco mais caro, vale muito a pena. É tipo um passe vip. E meu namorado agradeceu quando viu a fila de 1 km para entrar, e a gente não precisou esperar. Entramos direto com esse ingresso.
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| Impossível não ficar olhando para o teto de cada quarto de Versalhes. São uma obra de arte a parte |
Dentro do palácio, o destaque fica para a Sala ou Salão dos Espelhos, que além de lindo, é muito importante para a história, já que foi ali que as autoridades assinaram o Tratado de Versalhes, que deu fim à Primeira Guerra Mundial.
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| Uma pequena parte dos Jardins |
Nem preciso falar o quanto os jardins encantam. E o Grande Canal também é um ponto dos jardins, de tirar o fôlego. Ele é um canal artificial criado pelo Rei Luis XIV, com mais de 1 km de extensão. Lembrando que ali, era um pântano. Não existia água alguma. O Rei Sol fez algo a frente de sua época e gastando bastante dinheiro, construiu encanamento que trouxe água do Rio Sena para Versalhes.
Grand e Petit Trianon
O lugar acolhe outros prédios que não podem ser separados da história do palácio. Os mais importantes são o Grand e Petit Trianon. Além da fazendinha da Maria Antonieta (não tivemos perna para chegar até ela, mas deve ser um amor).O Grand Trianon é um palácio de mármore rosa e menor que foi construído em 1687 para que Luís XIV tivesse um lugar para fugir das formalidades da Corte e também manter o seu romance com Madame Montespan. Foi aqui, também, que Napoleão Bonaparte se casou e morou com Marie Louise.
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| Na esquerda temos uma parte externa do Grand Trianon e na direita o Petit Trianon |
Já o Petit Trianon foi construído para a favorita do rei, Jeanne-Antoinette Poisson, também chamada Madame de Pompadour. Mais tarde, a rainha Maria Antonieta aí se instalou com o objetivo de se distanciar da ostentação da corte do rei Luís XVI, e por isso, qualquer visitante, incluindo o rei, só podia entrar ali com a autorização de Maria.
Curiosidade:
Você sabia que o Museu do Louvre já foi um Palácio também? - Isso explica o tamanho absurdo dele -. Foi ali que Luís XIV cresceu, antes de transformar Versalhes em seu lar.Assista o passeio em vídeo:
Apesar de ter visitado os estúdios da Warner Bros. em Los Angeles, na Califórnia, e lá encontrar muito de Harry Potter (alguns figurinos e objetos), eu sabia que a casa desse bruxinho não era nos EUA. Sim, muito da cidade de Londres foi usada para as filmagens. E por isso mesmo, na época a Warner Bros. decidiu fazer um estúdio na própria cidade (na verdade, em uma cidadezinha vizinha a Londres - 32km), para tornar a rotina de gravações mais fácil, principalmente para as crianças, que também frequentavam a escola.
E mesmo após as filmagens terem acabado, a magia ainda está 100% no local. A Warner acabou criando um tour nos estúdios, para os fãs sentirem toda aquela emoção de pisar no mesmo local que por dez anos foi a casa do Harry Potter.
Esse tour incrível apresenta para os visitantes, os cenários, figurinos, milhares de objetos, além de toda inteligência de cinema usada para dar vida a um mundo mágico. E falando nisso, aqui já vai a primeira dica para quem está planejando a visita: compre seus ingressos antecipados pela internet. São milhares de pessoas que visitam todos os dias, principalmente estudantes de escolas da região, então não dá para arriscar ficar sem ingresso.
Outra super dica que aprovamos: compre o acesso ao audioguia. Você vai gastar um pouco mais, mas enriquece em mil por cento o seu tour. Tudo porque o audioguia fala detalhes dos cenários, curiosidades, como foram feitas algumas coisas. Nós adoramos a experiência, e eles ainda tem a opção em português!
Depois que a gente fez esse tour com o audioguia, nós percebemos o quanto do cinema não conhecemos e não valorizamos. Quanto trabalho dá, muitas vezes, fazer cenas de apenas alguns segundos. Só enxergamos atores e figurinos, mas existe uma equipe grandiosa por trás de tudo. Só para ter uma ideia, em cada filme eles construíram do zero, mais ou menos, 30 cenários diferentes, e esses eram desenhados primeiramente, depois era feita uma maquete para decidir todos os detalhes, para depois construir o cenário em si.
Outra super dica que aprovamos: compre o acesso ao audioguia. Você vai gastar um pouco mais, mas enriquece em mil por cento o seu tour. Tudo porque o audioguia fala detalhes dos cenários, curiosidades, como foram feitas algumas coisas. Nós adoramos a experiência, e eles ainda tem a opção em português!
Depois que a gente fez esse tour com o audioguia, nós percebemos o quanto do cinema não conhecemos e não valorizamos. Quanto trabalho dá, muitas vezes, fazer cenas de apenas alguns segundos. Só enxergamos atores e figurinos, mas existe uma equipe grandiosa por trás de tudo. Só para ter uma ideia, em cada filme eles construíram do zero, mais ou menos, 30 cenários diferentes, e esses eram desenhados primeiramente, depois era feita uma maquete para decidir todos os detalhes, para depois construir o cenário em si.
Como chegar nos estúdios de Harry Potter
Os estúdios ficam na cidade de Leavesden, e você pode alugar um carro para ir, mas acredito que a maneira mais fácil - e como a gente foi - é ir com o transporte público mesmo. Basta você ir até a estação de metrô Euston. Lá, pegar o trem West Midland até a estação Watford Junction. Nesta estação terá o ônibus direto para os estúdios. O ônibus é todo embandeirado de Harry Potter, impossível errar. Para volta é só usar o percurso inverso.
Lembre-se de sair cedo. Todo esse percurso leva em média uma hora, mas é bom sair antes. Sem contar que os tickets são comprados com horário, então, planeje chegar a estação Watford Junction com meia hora de antecedência. Não dá para arriscar não é mesmo?!
O que você vai encontrar no passeio
O passeio começa ainda antes do tour. No hall de entrada você encontra duas cafeterias, com uma temática que é tão linda que não dá vontade de sair dali. Você também dá de cara com o dragão, que com certeza é a presença principal nas fotos da entrada.
Após uma apresentação de boas vindas, em vídeo, muito divertida, você entra em um dos mais surpreendentes cenários, e lugar icônico dos filmes: O Grande Salão (Sala Comunal). O espetacular Salão Principal inclui os trajes dos estudantes de cada casa de Hogwarts, além de duas grandes mesas que são preparadas para o jantar; no topo da sala está a mesa dos professores, onde estavam os professores de Hogwarts.
O Salão também contém alguns objetos criados à mão para a série de filmes, como o púlpito do professor Dumbledore e o House Points Counter - Esse que foi um dos objetos mais caros feito para os filmes, e que talvez você nunca viu, isso porque ele só aparecia em segundo plano.
Após, você entrará em uma grande área de corredores. São tantas coisas neste espaço que fica impossível conseguir ver todos os detalhes. Desde a parte de maquiagem com técnicas, perucas, etc, passando por figurinos, uma parte que mostra as varinhas, o dormitório dos meninos, o escritório do Dumbledore que é incrível, sala utilizada por alunos da Grifinória, a sala de poções, uma parte dedicada a efeitos especiais e até um espaço para fazer fotos voando na vassoura.
Nesta parte você também seguirá para a sala de jantar dos Weasley, e toda a tecnologia que era utilizada para os objetos se mexerem. E também encontrará a incrível cena da reunião dos comensais da morte na mansão dos Malfoy, onde Voldemort alimenta a cobra Najini.
Você passará pela Floresta Proibida e o covil de Aragog, direto para dentro da Plataforma 9¾. Aqui você também verá o incrível Expresso de Hogwarts, e se quiser enfrentar a pequena fila, pode até ver algumas partes dentro dele.
Quando chegamos nesta parte, achei que já estaríamos no final. Engano meu. Ainda tinha muita coisa para visitar. Em uma área externa você vai encontrar a casa dos Dursley, peças de Xadrez em tamanho real, o noitibus e também a grande ponte.
Aí, entramos novamente em uma outra parte interna que irá nos mostrar os incríveis efeitos visuais que eram feitos nos filmes, ou seja, tudo aquilo que foi criado de verdade, seja com máscaras, maquiagem ou animais que são robôs.
Depois, vamos passar pelo lindo Beco Diagonal. São tantos detalhes que é impossível passar rápido pelo local. É claro que a joia da coroa fica no final. Após passar por várias maquetes construídas para diversos cenários, você dá de cara com o modelo incrivelmente detalhado do castelo de Hogwarts.
Construído para o primeiro filme, Harry Potter e a Pedra Filosofal, todos os pátios e torres, foram filmados e aprimorados com efeitos digitais para criar vistas incrivelmente realistas da escola de magia. Uma equipe de 86 artistas e membros da equipe construiu a primeira versão do castelo de Hogwarts para Harry Potter e a Pedra Filosofal. Para fazer Hogwarts parecer ainda mais realista, os artistas reconstruíram versões em miniatura dos pátios do Castelo de Alnwick e da Catedral de Durham, onde foram filmadas cenas de Harry Potter e a Pedra Filosofal.
Os fabricantes instalaram mais de 2.500 luzes de fibra óptica, que simulam lanternas e tochas e até deram a ilusão de que os alunos passavam pelos corredores. Os artistas também usavam cascalho real para trabalhos de pedra e plantas reais para paisagismo e árvores. O trabalho no modelo foi tão extenso que, se alguém adicionasse todas as horas trabalhadas na construção e reformulação do modelo, chegaria a mais de 74 anos.
Por fim, você chega a uma loja com produtinhos da série para comprar. Uma perdição para os olhos e para os bolsos, então passei rapidão e de olhos fechados, hehehe. Passeio inesquecível não? E como vocês devem ter percebido, o passeio é longo, então reserve um dia inteiro para fazer ele, e use calçados adequados para várias horas de caminhada.
Cerca de 800 frascos e etiquetas de memória foram criados para o gabinete de memórias de Dumbledore, que pode ser encontrado no escritório do professor. Cada etiqueta foi projetada à mão pelo Departamento de Gráficos antes de ser enviada à equipe de Props que colocaria a etiqueta em cada frasco. Algumas das memórias vistas no gabinete apresentam nomes de personagens conhecidos, como Argus Filch e Professor McGonagall.
Para criar a cena dentro do Gringotts Bank em Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2, 140 maquiadores de toda a Europa foram necessários para transformar 60 atores em duendes em apenas quatro horas. As próteses dos duendes também não puderam ser reutilizadas após serem removidas no final das filmagens do dia e, portanto, múltiplos de cada cabeça de duende foram criados para cada dia do cronograma de filmagem (imagine o trabalhão e o dinheirão que não gastaram!).
O cenário do Beco Diagonal mudou constantemente ao longo da série de filmes. Desde a sua construção, as paredes mudaram, as fachadas das lojas mudaram e os edifícios inteiros foram cuidadosamente ajustados, inclinando-se um pouco, para criar a rua que é vista nos filmes. Muitas peças de cenário do Beco Diagonal também foram reformadas para uso na vila de Hogsmeade para Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban.
O Salão também contém alguns objetos criados à mão para a série de filmes, como o púlpito do professor Dumbledore e o House Points Counter - Esse que foi um dos objetos mais caros feito para os filmes, e que talvez você nunca viu, isso porque ele só aparecia em segundo plano.
Após, você entrará em uma grande área de corredores. São tantas coisas neste espaço que fica impossível conseguir ver todos os detalhes. Desde a parte de maquiagem com técnicas, perucas, etc, passando por figurinos, uma parte que mostra as varinhas, o dormitório dos meninos, o escritório do Dumbledore que é incrível, sala utilizada por alunos da Grifinória, a sala de poções, uma parte dedicada a efeitos especiais e até um espaço para fazer fotos voando na vassoura.
Nesta parte você também seguirá para a sala de jantar dos Weasley, e toda a tecnologia que era utilizada para os objetos se mexerem. E também encontrará a incrível cena da reunião dos comensais da morte na mansão dos Malfoy, onde Voldemort alimenta a cobra Najini.
Você passará pela Floresta Proibida e o covil de Aragog, direto para dentro da Plataforma 9¾. Aqui você também verá o incrível Expresso de Hogwarts, e se quiser enfrentar a pequena fila, pode até ver algumas partes dentro dele.
Quando chegamos nesta parte, achei que já estaríamos no final. Engano meu. Ainda tinha muita coisa para visitar. Em uma área externa você vai encontrar a casa dos Dursley, peças de Xadrez em tamanho real, o noitibus e também a grande ponte.
Aí, entramos novamente em uma outra parte interna que irá nos mostrar os incríveis efeitos visuais que eram feitos nos filmes, ou seja, tudo aquilo que foi criado de verdade, seja com máscaras, maquiagem ou animais que são robôs.
Depois, vamos passar pelo lindo Beco Diagonal. São tantos detalhes que é impossível passar rápido pelo local. É claro que a joia da coroa fica no final. Após passar por várias maquetes construídas para diversos cenários, você dá de cara com o modelo incrivelmente detalhado do castelo de Hogwarts.
Construído para o primeiro filme, Harry Potter e a Pedra Filosofal, todos os pátios e torres, foram filmados e aprimorados com efeitos digitais para criar vistas incrivelmente realistas da escola de magia. Uma equipe de 86 artistas e membros da equipe construiu a primeira versão do castelo de Hogwarts para Harry Potter e a Pedra Filosofal. Para fazer Hogwarts parecer ainda mais realista, os artistas reconstruíram versões em miniatura dos pátios do Castelo de Alnwick e da Catedral de Durham, onde foram filmadas cenas de Harry Potter e a Pedra Filosofal.
Os fabricantes instalaram mais de 2.500 luzes de fibra óptica, que simulam lanternas e tochas e até deram a ilusão de que os alunos passavam pelos corredores. Os artistas também usavam cascalho real para trabalhos de pedra e plantas reais para paisagismo e árvores. O trabalho no modelo foi tão extenso que, se alguém adicionasse todas as horas trabalhadas na construção e reformulação do modelo, chegaria a mais de 74 anos.
Por fim, você chega a uma loja com produtinhos da série para comprar. Uma perdição para os olhos e para os bolsos, então passei rapidão e de olhos fechados, hehehe. Passeio inesquecível não? E como vocês devem ter percebido, o passeio é longo, então reserve um dia inteiro para fazer ele, e use calçados adequados para várias horas de caminhada.
Algumas Curiosidades
Mais de 950 frascos de poção cobrem as paredes da sala de poções, cada um com adereços exclusivos mantidos dentro deles, incluindo ossos de animais assados de um açougue local, folhas secas, ervas e cabeças encolhidas feitas pelo departamento de adereços. Cada frasco possui uma etiqueta feita à mão.Cerca de 800 frascos e etiquetas de memória foram criados para o gabinete de memórias de Dumbledore, que pode ser encontrado no escritório do professor. Cada etiqueta foi projetada à mão pelo Departamento de Gráficos antes de ser enviada à equipe de Props que colocaria a etiqueta em cada frasco. Algumas das memórias vistas no gabinete apresentam nomes de personagens conhecidos, como Argus Filch e Professor McGonagall.
Para criar a cena dentro do Gringotts Bank em Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2, 140 maquiadores de toda a Europa foram necessários para transformar 60 atores em duendes em apenas quatro horas. As próteses dos duendes também não puderam ser reutilizadas após serem removidas no final das filmagens do dia e, portanto, múltiplos de cada cabeça de duende foram criados para cada dia do cronograma de filmagem (imagine o trabalhão e o dinheirão que não gastaram!).
O cenário do Beco Diagonal mudou constantemente ao longo da série de filmes. Desde a sua construção, as paredes mudaram, as fachadas das lojas mudaram e os edifícios inteiros foram cuidadosamente ajustados, inclinando-se um pouco, para criar a rua que é vista nos filmes. Muitas peças de cenário do Beco Diagonal também foram reformadas para uso na vila de Hogsmeade para Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban.
Vale a pena?
Acredito que mesmo para quem não seja super fã da série, vale muito a pena a visita. Principalmente para quem gosta de conhecer essa parte cinematográfica que acontece por trás das câmeras, é um passeio enriquecedor. Eu adorei e depois desse tour comecei a valorizar ainda mais todas essas pessoas que fazem a magia do cinema acontecer.Confira o passeio em vídeo
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