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Em tempos onde as notificações nos distraem e a rotina nos faz ignorar o agora, o conceito japonês de Ichigo-ichie aparece como um convite à atenção plena. Após ler Ikigai, de Francesc Miralles e Héctor García, peguei para ler Ichigo-Ichie: A Arte Japonesa de Transformar Cada Instante em um Momento Precioso.
Mais do que uma leitura, foi um guia prático para desacelerar, valorizar os pequenos momentos e encontrar beleza no ordinário. Com raízes na cerimônia do chá japonesa e influências do budismo, o Ichigo-ichie ensina que cada encontro, experiência ou sensação é único e merece ser vivido com plena atenção.
O Significado de Ichigo-Ichie: Um Encontro, Uma Oportunidade
Ichigo-ichie pode ser traduzido como "uma vez, um encontro" ou "neste momento, uma oportunidade". Essencialmente, significa reconhecer a singularidade de cada instante, mesmo que a situação pareça comum. A origem do termo remonta à cerimônia do chá, onde os anfitriões se dedicavam a cada detalhe para criar uma experiência única e especial para os convidados. Essa prática transcende as formalidades da cerimônia do chá e nos convida a viver com mais presença.
Os autores destacam que viver o Ichigo-ichie requer atenção plena e uma reconexão com nossos cinco sentidos. Em tempos de superficialidade e dispersão, redescobrir a profundidade do que podemos ouvir, ver, tocar, cheirar e saborear é uma forma poderosa de viver o momento presente.
Quantas vezes você já ouviu alguém falando enquanto pensava em como responder? Praticar a escuta ativa é um dos pilares do Ichigo-ichie. Trata-se de oferecer total atenção, sem julgamentos ou pressa para aconselhar. Apenas estar presente no momento da conversa é, por si só, um presente valioso para quem fala e quem ouve.
O Ichigo-ichie também nos ensina a olhar com curiosidade, como se estivéssemos redescobrindo o mundo. Isso pode ser tão simples quanto observar os gestos de um amigo enquanto ele fala ou notar os detalhes da natureza em uma caminhada.
Ritualizando o Ordinário: Pequenas Práticas para Grandes Transformações
Uma das lições mais práticas do livro é transformar atividades cotidianas em rituais. Não se trata de criar grandes cerimônias, mas de adicionar intencionalidade ao que já fazemos.
Comece o dia dedicando um momento para sentir o aroma do café, saborear cada gole ou prestar atenção na textura de uma fruta. Esses pequenos detalhes, muitas vezes ignorados, podem ser portais para o Ichigo-ichie.
Ao encontrar amigos ou familiares, trate cada reunião como algo único. Desligue o celular, olhe nos olhos e aproveite plenamente o momento. Essa atenção transforma até as interações mais simples em memórias inesquecíveis.
Praticar o Ichigo-ichie não exige mudanças drásticas. Pequenas atitudes podem fazer toda a diferença:
- Desconecte-se para conectar-se: Reserve momentos longe de telas e redes sociais. Isso ajuda a focar no que realmente importa.
- Crie um diário de momentos únicos: Anote pequenas coisas que fizeram seu dia especial, como um sorriso, um cheiro ou uma frase marcante.
- Pratique a gratidão ativa: Antes de dormir, reflita sobre os momentos únicos do dia e agradeça por eles.
Ichigo-ichie é um lembrete de que a vida acontece agora. É um convite a apreciar o presente, valorizar os encontros e tornar cada instante uma oportunidade para criar memórias significativas.
Ao terminar a leitura do livro, percebi que essa filosofia não é apenas uma prática para momentos especiais, mas uma forma de viver. Cada dia traz encontros únicos, cheios de potencial para nos transformar. O segredo está em estar presente, corpo e alma, para que possamos perceber e valorizar cada instante como ele realmente é: único e irrepetível.
No livro "A Coragem de Ser Imperfeito", Brené Brown nos guia através de uma jornada de autodescoberta, enfatizando a importância de abraçar nossa vulnerabilidade para viver uma vida plena e autêntica. Separei aqui alguns ensinamentos do livro.
Brown começa seu livro destacando a tentação de esperar pela perfeição antes de se envolver plenamente na vida. Ela alerta que essa espera interminável resulta em oportunidades perdidas e talentos desperdiçados. A perfeição, como ela diz, é uma ilusão sedutora mas inalcançável. Devemos, em vez disso, respirar fundo e entrar na arena, seja em novos relacionamentos, conversas difíceis ou empreendimentos criativos. Esta coragem de se mostrar vulnerável é o que nos permite viver com ousadia.
O perfeccionismo é um tema recorrente no livro. Brown descreve o perfeccionismo como um escudo de 20 toneladas que carregamos, acreditando que nos protegerá, mas que na verdade nos impede de sermos vistos e compreendidos. O perfeccionismo é autodestrutivo porque busca uma meta inatingível, baseada em percepções e não em uma motivação interna. A chave para superá-lo é a transição do "o que as pessoas vão pensar" para o "eu sou o bastante".
Brown fala sobre a cultura da escassez que permeia a sociedade, onde a sensação de nunca ser ou ter o suficiente é prevalente. Estamos constantemente comparando nossas vidas com padrões de perfeição inatingíveis propagados pela mídia ou com as conquistas aparentes de outros. Esse ciclo de comparação é desolador e nos impede de apreciar nossa própria jornada e realizações.
A Importância da Vulnerabilidade
Vulnerabilidade, segundo Brown, não é uma emoção negativa ou positiva, mas o centro de todas as emoções e sensações. Acreditar que vulnerabilidade é fraqueza é o mesmo que acreditar que sentir é fraqueza. Ao abrir mão de nossas emoções por medo, nos afastamos do que realmente dá significado à vida. A vulnerabilidade é descrita como a grande ousadia da vida, trazendo consigo uma liberdade tranquila apesar das lutas.
A jornada da vulnerabilidade não deve ser percorrida sozinha. Precisamos de apoio e de pessoas que nos ajudem a trilhar novos caminhos sem julgamento. Aprender a receber com um coração aberto é essencial para que possamos nos doar de maneira genuína. A confiança, que é fundamental em qualquer relacionamento, começa a se extinguir quando não recebemos atenção e investimento emocional das pessoas que amamos.
Resiliência e Autovalorização
A resiliência é crucial para superarmos os desafios da vida. Brown enfatiza que compartilhar nossas histórias com alguém que nos ofereça solidariedade e compreensão pode enfraquecer a vergonha. A autovalorização nos inspira a sermos vulneráveis e a compartilhar nossas experiências sem medo. Ela também destaca a importância de viver uma vida emocionalmente saudável, impondo limites e valorizando relações de qualidade com família e amigos.
No ambiente de trabalho e na educação, Brown defende a importância da criatividade, inovação e aprendizado contínuo. A vergonha, com seu poder de gerar medo, pode minar esses elementos essenciais ao sucesso. Para construir organizações resilientes à vergonha, ela sugere apoiar líderes corajosos, fomentar conversas honestas sobre o tema e estabelecer padrões que combatam a vergonha.
Brené Brown nos desafia a abraçar nossa vulnerabilidade, reconhecer nossas imperfeições e viver com coragem. Ao fazer isso, podemos superar a vergonha, cultivar conexões autênticas e viver uma vida plena e significativa. Este processo não é fácil e requer apoio, resiliência e uma mudança de perspectiva, mas os benefícios são imensuráveis.
Lembre-se, a verdadeira ousadia não é a ausência de medo, mas a capacidade de agir apesar dele. Entre na arena da vida, mostre-se vulnerável e deixe-se ser visto. Afinal, como Brown nos ensina, é na vulnerabilidade que encontramos a verdadeira força e a coragem de ser imperfeito.
Pra vida toda valer a pena viver: Pequeno manual para envelhecer com alegria - Ana Claudia Quintana Arantes
07 junho 2023
Nós não precisamos "enfeitar e embelezar" a velhice. Todos sabemos que ela é um período que traz várias dificuldades. Que o corpo não é mais o mesmo e nem a mente. E se não morrermos antes, teremos que passar por essa fase. Por que não se preparar para esse momento e tirar esse tabu que existe no envelhecimento e na morte? É sobre esse tipo de questionamento que Ana Claudia Quintana Arantes quer nos apresentar em seu livro Pra vida toda valer a pena viver publicado pela Editora Sextante.
Sinopse do livro: O que é preciso fazer para tornar nosso corpo habitável, nossa mente sã e nosso espírito elevado enquanto não chega essa hora? Como podemos envelhecer bem? Algumas orientações já conhecemos: sabemos da importância da boa alimentação e da atividade física, mas Ana Claudia traz novas motivações para cuidarmos da saúde do corpo. Sabemos do valor de ter amigos, mas ganhamos novo impulso para fortalecer nossos laços. Sabemos que o cérebro precisará de estímulos extras, e ela nos mostra como fortalecê-lo para driblar as doenças que corroem a lucidez. Sabemos que haverá perdas, de amigos e familiares, mas também de independência e vitalidade. A médica nos ensina a lidar com os lutos cotidianos da velhice sem perder de vista que ainda estamos vivos e que a vida vale a pena ser vivida. De mãos dadas com ela, aprendemos a construir uma velhice que não nega as grandes transformações que o tempo traz, mas busca o bem-estar e a alegria até o último suspiro.
Ana Claudia é médica geriatra. Muitos de seus aprendizados vem da convivência com pessoas idosas, enfermas e prestes a morrer. Muitos ensinamentos ela abstrai de cada conversa. Pois ela sabe que os anos vividos por eles, trazem grande sabedoria. E é um pouquinho destes aprendizados que ela deseja passar para os leitores em seu livro.
Com a escrita leve como a conversa de uma amiga próxima, a autora nos faz refletir da importância de pensarmos o envelhecimento a partir de hoje, cuidar do corpo e da mente para quando esses dias chegarem, lapidar as relações humanas, aprender a perder, conviver com os lutos, cultivar as boas lembranças e muito mais.
O livro é inspirador. Faz o leitor refletir e ainda se emocionar com algumas histórias que ela conta, dos seus convívios com pacientes. Este livro foi escrito por ela em meio a época da pandemia, e ela reflete sobre isso também. Já estou curiosa para ler o livro "mais famoso" da autora: A morte é um dia que vale a pena viver.
Sobre a autora: médica, escritora, professora e palestrante em temas sobre envelhecimento e morte – e a vida que preenche o espaço desses momentos humanos. Formada pela USP com residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas da FMUSP. Pós-graduação em Psicologia – Intervenções em Luto pelo Instituto 4 Estações de Psicologia, especialização em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e pela Universidade de Oxford. Participou do TEDx FMUSP com a palestra “A Morte é um dia que vale a pena viver” e lançou o livro pela Editora Sextante com o mesmo título, que tem sido um guia para outras prosas e poesias, como Histórias lindas de morrer, Pra toda a vida valer a pena viver, Linhas Pares e Mundo Dentro.
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Fazendo Pose: Uma história bem humorada de como a ioga transformou a vida de uma mulher em crise
15 maio 2023
É incrível o quanto de responsabilidades colocamos em cima dos nossos ombros. Mulheres. Você precisa casar cedo, ter filhos, um casamento feliz, uma gravidez saudável, crianças, família, um montão de "regras" para se cumprir. Aí vem o desconforto, a incomodação, a depressão porque você não vive em um conto de fadas. Ninguém é bom o tempo todo.
E é em meio a esses questionamentos e aulas de ioga que vamos conhecer Claire Dederer e sua família. Ela é crítica literária e é casada com um jornalista. Após sua primeira gravidez, ela decide começar aulas de ioga para desestressar e acabar com a dor nas costas. Em meio a história real e a evolução de suas posições na ioga, vamos conversar como amigas com a autora, saber de sua infância, das frustrações e alegrias do casamento e de ser mãe.
"As pessoas não têm ideia de como cada centímetro de chão onde elas pisam hoje em dia foi conquistado com a luta de um punhado de mulheres do passado."
Eu não sou mãe e nem estou casada, mas esse não é um motivo para não identificação. Vejo muitas amigas mães e esposas com vários desses questionamentos, que muitas vezes são tabus, ou escondidos por medo da sociedade. A mãe tem que ser um "ser perfeito". Dilemas da gravidez, quando tudo que importa é o bebê. Amamentação. Levar a criança no colo ou colocar no carrinho? Trabalhar ou ficar com os filhos? Esses são muitos dos questionamentos que ela indaga em seu livro.
Entre partes mais divertidas e muitos dramas e dilemas do lar, vamos nos envolvendo e querendo saber mais da vida da autora e também da ioga. A leitura é bem fluida e a autora escreve muito bem (é de se esperar já que ela trabalha com isso). Os capítulos são divididos pelas posições da ioga e a diagramação é muito boa. Para quem gosta de livros desse gênero, eu recomendo a leitura. Uma biografia de autoconhecimento e trajetória da vida adulta. A edição foi publicada no Brasil pela Editora Sextante em 2011. Possui 335 páginas.
Sinopse do Livro: Quando Claire procurou a ioga, não sabia bem o que esperar. Queria aliviar a dor nas costas que a incomodava, ter um corpo mais forte e, quem sabe, aquele brilho místico do olhar dos iogues. Com um misto de esperança e descrença, ela deu o primeiro passo rumo a um processo de transformação que jamais imaginara. Ressentida com o marido, exausta com a maternidade, irritada com a onipresença da mãe e oprimida pelas cobranças da sociedade, Claire estava vivendo um redemoinho de insatisfações. Mas como todos esperavam que ela fosse perfeita, vestia uma máscara de felicidade e seguia adiante. No entanto, a ioga a colocou frente a frente com suas emoções. Ao ter de permanecer imóvel numa postura, lutando contra o fluxo incessante de pensamentos, o inevitável aconteceu. A angústia que tanto escondia de si mesma veio à tona. Ela percebeu que o esforço exagerado para superar as dificuldades de cada postura era uma metáfora de sua vida: uma luta constante para provar que era melhor do que de fato se sentia.
Sobre a autora:
Claire Dederer é uma escritora americana que contribui regularmente com ensaios, resenhas e críticas para publicações como o The New York Times. Ela também é autora de dois livros, Love and Trouble e Poser: My Life in Twenty-Three Yoga Poses.
Você nunca mais olhará para uma árvore ou pensará em uma planta de maneira igual após ler A Vida Secreta das Árvores escrito por Peter Wohlleben, e publicado pela Editora Sextante.
Sinopse do Livro:
E se tudo o que você sempre pensou saber a respeito das árvores estivesse errado? E se, apesar de tão diferentes de nós, descobríssemos que elas compartilham diversas características dos humanos? Nos últimos anos a ciência tem comprovado que as árvores e o homem têm muito mais em comum do que poderíamos imaginar. Assim como nós, elas se comunicam, mantêm relacionamentos, formam famílias, cuidam dos doentes e dos filhos, têm memória, defendem-se de agressores e competem ferozmente com outras espécies – às vezes, até com outras árvores da mesma espécie. Algumas são naturalmente solitárias, enquanto outras só conseguem viver plenamente se fizerem parte de uma comunidade. E, assim como nós, cada uma se adapta melhor a determinado ambiente. Em A vida secreta das árvores, o engenheiro florestal alemão Peter Wohlleben alia seus 20 anos de experiência às últimas descobertas científicas para examinar o dia a dia desses seres fantásticos. Com um ponto de vista surpreendente e inovador, o livro se tornou um fenômeno na Alemanha, entrou para a lista de mais vendidos do The New York Times e teve seus direitos negociados para 18 países. Essa viagem fascinante pela vida das árvores e florestas é um convite a repensarmos nossa relação com a natureza.
Neste livro vamos aprender um pouquinho de como é a vida das árvores e plantas. A importância delas para o ecossistema e tudo que envolve a vida de uma, que em algumas espécies, os 150 anos é apenas a juventude.
O autor explica de forma simples, para que todo mundo entenda, como as árvores vivem em sociedade, os fungos que fazem mal mas também os que são ótimos para a vida delas. Como elas se comportam vivendo sozinhas, como se comunicam pelos sons e pelos fungos, como dividem energia pelas raízes conectadas abaixo do solo e como criam brotos.
Também vamos aprender um pouquinho sobre a importância dos insetos e outros animais para as árvores, e o quanto alguns podem prejudicá-las e como. A luz e a água são alimentos essenciais para as árvores, que precisam de açúcares, oxigênio e carboidratos para sobreviver e isso faz elas serem muito parecidas com nós.
O autor até faz uma citação muito interessante sobre os tempos atuais e a "discussão" de comermos animais ou não. Mas e as plantas, alguém já pensou nelas? Ele nos faz pensar sobre isso, e apoia que não sejamos radicais demais com nada.
"Quando queimamos a lenha no forno, estamos incinerando o cadáver de uma faia ou um carvalho. O papel usado na impressão deste livro é composto de pinheiros raspados e derrubados (ou seja, mortos) com essa finalidade. Parece exagero? Não acho, pois, levando-se em conta tudo o que aprendemos nos capítulos anteriores, podemos fazer paralelos perfeitos entre árvores e porcos, por exemplo. Não há como negar que abatemos seres vivos em nosso benefício. Por outro lado, surge a pergunta: essa atitude é condenável? Afinal, também fazemos parte da natureza e nosso corpo só sobrevive com a ajuda de substâncias orgânicas de outras espécies."
Eu gostei muito da leitura. Me envolveu de um jeito incrível. Hoje olho para as árvores, para minhas plantinhas do escritório ou para meu bonsai de forma diferente. Sei quando eu estou "machucando" eles, sei quando eles precisam de algo, e me sinto mais perto da natureza. Acho que por isso eu amei tanto essa leitura.
Sobre o autor:
Nascido na Alemanha, Peter Wohlleben estudou engenharia florestal e trabalhou na comissão nacional de gestão florestal do país. Depois de algum tempo pediu demissão porque queria pôr em prática suas ideias sobre ecologia. Atualmente gerencia uma floresta explorada com práticas ecologicamente corretas em Hümmel, dá palestras e seminários e escreve livros sobre a natureza.
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| “Nenhuma história acontece sozinha. Nossas vidas se conectam como fios num tear, entrelaçando-se de maneiras que nunca percebemos.” |
Esse livro com essa capa linda (amo balões) é a continuação de As cinco pessoas que você encontra no céu, escrito pelo Mitch Albom e publicado pela Editora Sextante. Uma história para emocionar e fazer pensar sobre o valor da vida.
Sinopse do Livro:
Nenhuma historia acontece sozinha. Nossas vidas se conectam como fios num tear, entrelaçando-se de maneiras que nunca percebemos. Aguardada pelos fãs por mais de 15 anos, a emocionante sequência de As cinco pessoas que você encontra no céu retoma a história do mecânico Eddie e da garotinha pela qual sacrificou sua vida, Annie. O acidente que causou a morte de Eddie no parque de diversões deixou marcas profundas e permanentes em Annie. Ferida, assustada e incapaz de se lembrar do que aconteceu, ela cresceu isolada, achando que toda a sua existência havia sido um erro. Até que reencontra Paulo – o grande amor de sua adolescência – e começa a acreditar que finalmente terá uma chance de ser feliz. Mas quando uma nova tragédia interrompe seus planos, Annie precisa enfrentar o passado e enxergar a verdade por trás das lembranças que reprimiu por tanto tempo.![]() |
| “Segredos. Nós achamos que, se os guardamos, estamos controlando as coisas, mas o tempo todo eles é que nos controlam.” |
Depois de reler As cinco pessoas que você encontra no céu, eu estava preparada para este segundo livro. Uma continuação que o autor escreveu após muitos leitores falarem que o primeiro livro deixou personagens em aberto. Queriam uma continuação. E aí está.
O autor me emocionou muito em seu primeiro livro. Como em tudo que ele escreve, bastou eu começar a leitura das primeiras páginas e já estava com lágrimas rolando. Neste segundo livro vamos descobrir como ficou Annie, a garotinha do parque, e como ela está levando sua vida após aquele acidente trágico.
Como em todos livros do autor, ele nos faz pensar sobre muitas coisas, e nesse momento atual que estamos vivendo, parece que isso fica ainda mais aflorado. A importância da vida, da morte, o quanto nós impactamos a vida um do outro, e muito mais.
Em 2018, cheguei a gravar um vídeo onde eu falo isso e cito As cinco pessoas que você encontra no céu, contando um pouquinho da história. Vou deixar o vídeo aí embaixo para quem quiser assistir. Reler o primeiro livro e logo depois, ler o segundo também me fez sentir o quanto Mitch Albom evoluiu em sua escrita.
Incrível que perto do final o autor consegue nos surpreender incrivelmente, com uma reviravolta de tirar o fôlego. Um livro emocionante sobre fins e recomeços – mas também um
lembrete de que cada vida é importante e que a teia de amor que nos une
está muito além de nossa compreensão.
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"Se você quer mesmo cumprir suas decisões, ... Você precisa ter as emoções como suas aliadas. Mudamos não porque isso faz sentido na perspectiva de nossos pensamentos ('Eu deveria ir à academia'), mas porque é algo que envolve nossos sentimentos ('Vai ser ótimo ficar mais magro'). Se a mudança parece ser muito assustadora, muito difícil ou desinteressante, seu cérebro emocional vai trabalhar contra ela. Por isso, você deve procurar algo que lhe pareça fácil, divertido, novo e diferente!"
A Aventura de Viver seus Sonhos reúne dezenas de histórias de pessoas que se tornaram mais organizadas, perderam peso, encontraram um emprego gratificante ou alcançaram um equilíbrio maior entre o trabalho e a vida pessoal. E com elas, você aprende muitos ensinamentos para aplicar em sua própria vida.
A leitura é muito boa de fazer, cada capítulo tem no máximo 3 páginas, o que torna a leitura fácil de ser interrompida, e a leitura menos cansativa (pelo menos na minha opinião).
Sinopse: Todos nós desejamos mudar alguma coisa em nossa vida, seja buscar algo que realmente nos preencha a alma, emagrecer, parar de fumar, ter mais tempo para a família ou cuidar melhor da saúde. Então escolhemos uma data significativa: o ano novo, a segunda-feira, o dia do aniversário - e prometemos que, dali para a frente, tudo vai ser diferente. Mas em pouco tempo perdemos o entusiasmo e voltamos aos velhos hábitos e a nos sentir insatisfeitos. Neste livro, M. J. Ryan ensina a implementar de forma definitiva as mudanças que tanto queremos. Você aprenderá a identificar o que realmente deseja, a criar metas específicas, mensuráveis e atingíveis, a evitar armadilhas comuns que enfraquecem sua vontade e a persistir diante de problemas inevitáveis. Não se trata de livrar-se de maus hábitos, mas de formar hábitos novos, mais positivos. E você vai descobrir que é possível fazer isso de maneira fácil, divertida e diferente.
Este é um livro incrível! Os ensinamentos que ele trás são muito aplicáveis e eu me identifiquei muito com vários "problemas" e como solucioná-los ou o porque não conseguimos (o que estamos fazendo de errado). Com certeza indico a todo mundo ler, todos terão proveito de alguma coisa com certeza.
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Acabei de ler este livro ontem e estava louca para vir aqui contar para vocês. Eu sei que o livro é um pouco antigo, mas posso dizer que não é nada ultrapassado com seus ensinamentos. O livro é muito interessante para empresários, mas mesmo que você não tiver uma empresa, vale a pena ler. Afinal, todos temos que ser em primeiro lugar líderes de nossa própria vida.
Posso afirmar que essa leitura é um ensinamento para a vida.
Sinopse: Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos. Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge em um mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes. Se você tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível ler este livro sem sair transformado. "O Monge e o Executivo" é, sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.
A leitura é bem tranquila e não é cansativa, pois a maioria do livro é uma conversa descontraída entre os personagens. Com certeza recomendo a leitura para todos.
"Não vemos o mundo como ele é, nós o vemos como somos. Vemos e encontramos as coisas que procuramos."
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