Editora Rocco

Não Deixe meu Bebê Participar de Rodeios - Boris Fishman

sábado, janeiro 05, 2019


Não Deixe meu Bebê Participar de Rodeios - Boris Fishman

Adotar uma criança, além de ser um processo difícil, é uma grande decisão à tomar. E a medida que a criança cresce e as preocupações aumentam, a única solução é tentar conseguir respostas na origem. Em Não Deixe meu Bebê Participar de Rodeios vamos acompanhar um casal em busca de respostas para ajudar seu filho à se encontrar. Publicação da Editora Rocco que vai abordar preconceito, relações familiares, adoção e muito mais!

Sinopse do Livro:

Autor de uma das mais aclamadas estreias literárias da última década, com o romance Vidas reinventadas, o russo radicado nos Estados Unidos retorna à literatura com mais um título surpreendente e original. Em Não deixe meu bebê participar de rodeios, Fishman traz personagens muito humanos, livres de qualquer estereótipo, e uma prosa ao mesmo tempo eloquente e mordaz, pontuada com humor e melancolia, para contar uma história sobre adoção – de uma criança, mas sobretudo de um país. Tudo começa quando Maya Shulman e Alex Rubin, judeus de origem soviética, se conhecem nos Estados Unidos e se estabelecem como um casal. Por uma impossibilidade biológica, decidem adotar um filho. Nascido no estado de Montana, o pequeno Max era inquestionavelmente “um americano de primeira”. Seu pai biológico, de 18 anos, ganhava a vida montando touros; e a mãe, ao entregá-lo a Maya, fez um único e enigmático pedido: "Por favor, não deixe meu bebê participar de rodeios." Um romance sobre o mistério da hereditariedade e o verdadeiro significado do pertencimento.

Não Deixe meu Bebê Participar de Rodeios - Boris Fishman

Maya e Alex são um casal Russo que vive nos EUA e sonham em ter um filho. Após descobrirem que não poderiam conceber uma criança, decidem partir para uma adoção. Nenhum deles imaginava que seria tão difícil adotar, mas depois de muito esforço, enfim encontraram um bebê que deram o nome de Max.

Tudo se encaminhava perfeitamente até que, com oito anos, Max, na volta da escola, desaparece. Depois de muitas horas de preocupação, ele é encontrado em uma fazenda, sentado na beira de um lago com a cabeça embaixo da água, contando pedrinhas, e seu comportamento, depois de ter fugido, acaba ficando mais estranho a cada dia.

Já nas primeiras páginas também descobrimos que o menino não tem muitos amigos (apenas um), não sabe que é adotado e tem uma família (principalmente o pai) que é um pouco preconceituosa. Além disso, alguns comportamentos estranhos começam a chamar a atenção, como ele comer grama, gostar de dormir no chão e não na cama, entre outros.

As atitudes da criança estão se tornando perigosas para ela mesma, e os pais decidem ir ao psicólogo para tentar encontrar uma solução (bem a contragosto do pai, que acha que psicólogo é só para gente maluca).

O resultado desta consulta faz o casal acreditar que os problemas de Max estão acontecendo por ele não saber que é adotado e decidem viajar até Montana, onde os pais biológicos do menino moram. Maya espera que seu filho se encontre quando conhecer o lugar onde nasceu, ao mesmo tempo que espera que ela e o marido também consigam encontrar a paz para o seu casamento.

Não Deixe meu Bebê Participar de Rodeios - Boris Fishman

Os capítulos se intercalam entre passado e presente, e vamos conhecendo um pouco mais de cada personagem, mas principalmente, vamos conhecendo muito da história pelo olhar de Maya, que acaba se destacando em muitos momentos. Mas um ponto negativo preciso falar: a aliteração na narrativa deixou a leitura bem mais lenta e em algumas partes cansativa.

Confesso que eu esperava mais da história. Acredito que o autor quis abordar muitas coisas e acabou perdendo foco de quase todas. Mas, apesar disso, a história é muito interessante porque nos faz pensar sobre tudo que envolve uma adoção (principalmente os sentimentos), preconceitos, relacionamentos familiares e até onde vamos por um filho.

Sobre o autor:

Boris Fishman nasceu na Bielorrússia e imigrou para os EUA aos 9 anos. É autor do romance Vidas reinventadas, publicado pela Rocco, que foi nomeado Notable Book of the Year pelo The New York Times e ganhou a medalha Sophie Brody da American Library Association. O trabalho de Fishman vem sendo publicado na New Yorker, na New York Times Magazine, no Wall Street Journal, na London Review of Books, entre outros. O autor vive em Nova York. 

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10 comentários

  1. mt interessante esse tema de hereditariedade e pertencimento que o livro trata, pena que o livro nao entrega tanto assim e pode ser meio lento...

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

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  2. Oi Monique, eu fiquei bastante curiosa. Nunca li uma história que tratasse de adoção e achei essa muito interessante! Uma pena que ele quis tratar de vários temas e não conseguiu dar conta :( Os Delírios Literários de Lex

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  3. QUE INTERESSANTE!
    Não conhecia a obra, mas gostei da temática.
    beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

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  4. Hey Monique! Tudo bem?
    Não conhecia o livro, mas acredito ser uma daquelas leituras necessárias a população.
    Obrigada por comentar lá no blog.
    Volte sempre!

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  5. Não conhecia o livro mas achei interessante, por se tratar sobre as atitudes de uma criança e até tenta entender. Gostei da indicação e do seu blog que ja estou ate seguindo. bjs bjs https://beperes.blogspot.com/

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  6. Oi, Monique!
    Eu acho esse título muito engraçado.
    Pena que o autor não soube desenvolver os assuntos. Têm uns mesmo que perdem a mão..
    Beijos
    Balaio de Babados

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  7. Oi Monique, tudo bem?
    Parece ser uma história bonita, mas é ruim quando se perdem :(
    Beijos
    www.somosvisiveiseinfinitos.com.br

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  8. É um tema muito interessante! Feliz ano novo. <3

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