01 maio 2013

Filme: Tão forte e tão perto

Hoje assisti esse filme. Já tinha assistido um outro dia o final dele, e hoje assisti ele por completo.
Gosto bastante de filmes de "investigação", de "descobrir algo", pois sou curiosa e adoro esse tipo de coisa. Quando era mais nova adorava brincar de detetive, esconder e procurar pistas.. gostava de história, arte, acho que muito por causa disso.
Neste filme o menino tem dificuldade em se relacionar com pessoas ou situações. Ele pensa que tudo pode ser perigoso. Por exemplo, ele só anda apé, pois acredita que ônibus ou metro são alvos fáceis de pessoas que querem fazer o mal. Ele não fala com estranhos, nem entra na casa de estranhos. Não anda de balanço no parque, pois é perigoso.
O pai do menino, sabendo desse problema, inventa uma história que envolve pistas para o menino ir atrás e tentar descobrir. Tudo para tentar fazer o filho se relacionar com outras pessoas.
Após o pai morrer no 11 de setembro, o menino encontra uma chave cheia de mistérios que a única pista é um sobrenome: Black. Ali começa a jornada para descobrir o que essa chave representa, para isso ele faz uma seleção de todas as pessoas com esse sobrenome, para ele ir visitar. O menino é super inteligente e a história é bem legal.

"Aquilo que é fácil de achar não vale a pena ser procurado"

"Bem, como tudo na vida, se quiser acreditar, achará razões pra isso"

O filme é baseado no livro Extremely Loud and Incredibly Close escrito por Jonathan Safran Foer. Apesar do filme ser bem dirigido por Stephen Daldry, alguns detalhes e desfechos sempre faltam. Segundos críticos, tais desfechos são encontrados no livro.
É uma drama fantástico feito principalmente para os mais sensíveis corações. Se prestarem atenção aos detalhes verão quantas belíssimas falas e frases tocantes aparecem no decorrer do filme.

"Pessoas são letras, são números, querem virar histórias. E histórias precisam ser compartilhadas"

Sinopse: Oskar Schell (Thomas Horn) é um garoto muito apegado ao pai, Thomas (Tom Hanks), que inventou que Nova York tinha um distrito hoje desaparecido para fazer com que o filho tivesse iniciativa e aprendesse a falar com todo tipo de pessoa. Thomas estava no World Trade Center no fatídico 11 de setembro de 2001, tendo falecido devido aos ataques terroristas. A perda foi um baque para Oskar e sua mãe, Linda (Sandra Bullock). Um ano depois, Oskar teme perder a lembrança do pai. Um dia, ao vasculhar o guarda-roupas dele, quebra acidentalmente um pequeno vaso azul. Dentre há um envelope onde aparece escrito Black e, dentro dele, uma misteriosa chave. Convencido que ela é um enigma deixado pelo pai para que pudesse desvendar, Oskar inicia uma expedição pela cidade de Nova York, em busca de todos os habitantes que tenham o sobrenome Black.

2 comentários:

Pelo jeito o filme deve ser ótimo, irei anotar para poder assistir :)
Eu também gosto de filmes "investigação", adorava assistir CSI e tentar descobrir quem era o assassino rsrs.
Beijão
Eu assisti...e putz, é triste. Dá pena do garotinho...
»»» Emilie Escreve

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